quarta-feira, 13 de maio de 2009

Boas novas do mundo da Paralella!

Apesar de eu gostar muito de escrever artigos como os anteriores e de ter percebido que a maioria do pessoal aqui também prefere esse tipo de post, eu já estava sentindo falta de colocar notícias da Paralella no blog.

Pra começar o post, quero contar à vocês que nas noites de domingo, segunda e terça alguns agenciados da Paralella fizeram uma reunião no MSN. O Carlos do Val puxou a fila, convidando outros tenistas para um papo muito divertido e que a cada dia fica mais engraçado. Os "chats" da galerinha acontecem sempre por volta das 20h30 e tem contado com a participação da Luiza Sonnervig, Vanessa Tavares, Giovanna Tomita, Giulia Andreazza, Stefânia Haddad, Giovanna Baccarini, Raquel Piltcher, Ricardo Nitta, André Baccarini, eu e o "moderador" Carlão do Val.


Carlão é o "moderador" do chat da Paralella...rs...

Além das brincadeiras, do papo descontraído, há também uma conversa bacana sobre tênis com a troca de informações sobre torneios e claro, sobre o Encontro da Paralella. A idéia inicial dessas "reuniões" foi do Carlão, e eu acredito que a galera esteja curtindo... Os demais agenciados que queiram participar e dar boas risadas com a galerinha é só me chamar no MSN. Pra quem nao tem meu MSN ainda: msn@paralella.com.br , ok?

Vamos então às novidades da Paralella:


• ISADORA CUNHA BUSCH

Isadora Busch é a mais nova agenciada da Paralella.

Após meses de negociações e conversas, no último domingo acertamos o agenciamento da tenista baruense. A Isadora é uma tenista que já observava há muito tempo, mas que uma série de fatores não permitiram que fechássemos essa parceria antes. A Isa vem treinando atualmente com o competente técnico Rodrigo Simoni, um grande amigo e irmão do nosso eterno agenciado Alexandre Simoni. A tenista está disputando a categoria 18 anos e inicia seu trabalho de profissionalização buscando novos desafios.


Com o acordo entre a Paralella e a Isadora, o time juvenil e de transição passa a estar completo e agora só teremos vagas caso haja a desistência ou cancelamento de outros tenistas. Já no time PRO, ainda resta uma resposta de uma tenista que iniciamos a negociação em fevereiro e devemos acertar com ela ainda esse mês.

Bem vinda à família Paralella, Isa!!!!!!!!



• Meninas no Challenger de Santos

Monique, Roxane e Raquel disputam o Challenger de Santos.

As agenciadas Roxane Vaisemberg, Monique Albuquerque, Raquel Piltcher, Stefânia Haddad e Isadora Busch disputam à partir do próximo sábado o Challenger de Santos, que distribui US$ 25 mil em premiação. Com excessão de Roxane, todas as outras tenistas buscam uma vaga no qualifyng do torneio de Santos.

Roxane e Raquel repetem em Santos a parceria vice-campeã nas duplas do Future de Portugal.

É quase certeza que eu vá até Santos acompanhar alguns jogos do qualy e encontrar com as meninas. Agora a torcida é para que elas não se enfrentem nas primeira rodadas e consigam brigar pelas vagas na chave principal. Vamô timeeeeeeeeee!!!!!!!!!

• Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis

Acontece nas quadras do Coopercotia Atlético Clube, na cidade de Cotia-SP, o Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis, que em sua 63ª edição ininterrupta espera contar com mais de 2 mil pessoas nas dependências do Coopercotia, que tem o tênis como principal esporte praticado pelos seus associados.

O torneio, que só pode ser disputado por tenistas com descendência japonesa, é reconhecido pela Federação Paulista de Tênis e pela Confederação Brasileira de Tênis e é motivo de orgulho para toda a comunidade nipo-brasileira, por ser considerado o torneio mais antigo do gênero. O Intercolonial conta com a participação de mais de 500 tenistas de São Paulo, de outros estados brasileiros e de países como Estados Unidos, Japão e Peru.

Nitta e Eu formaremos a "Paralella Double" no Brasileiro Intercolonial de Tênis.

Eu e meu parceiro Ricardo Nitta, estaremos representando a Paralella nas chaves masculinas de simples e de duplas nas categorias Adulto e Principal. A agenciada Giovanna Tomita é outra tenista da Paralella que também pode disputar o torneios na categoria Juvenil até 18 anos.

Nitta me passando instruções durante o Intercolonial Interclubes de 2008.

Nitta, de Mogi das Cruzes-SP, disputará a categoria Principal, em simples e duplas e a categoria Adulto de duplas. Eu, vou tentar a sorte na categoria Adulto, nas chaves de simples e de duplas ao lado do Ricardo, formando a dupla da Paralella que estamos ensaiando desde o ano passado, no Brasileiro Intercolonial Interclubes.

Meninos no Future de Uberlândia


A
Paralella também estará bem representando no II Tennis Cup Medilar, que será disputado nas quadras do Praia Clube de Uberlândia-MG. Leandro Ribeiro, Carlos do Val , Felipe Jensen de Campos e o juvenil Higor Silva disputarão o duro qualifying buscando conquistar a vaga para a chave principal do torneio que distribui US$ 10 mil em premiação.

O destaque do torneio é o mineiro
Higor Silva, que com apenas 15 anos disputa pela segunda vez um torneio da série Future e se promete surpreender os tenistas mais experientes na luta pelo seu primeiro ponto no ranking profissional.

BOA SORTE à todos os agenciados da Paralella no Future de Uberlândia.

Higor Silva, de apenas 15 anos, joga pela segunda vez o Future mineiro.


Jensen e Sardelli caem no CNIP de Guarulhos

Os agenciados Felipe Jensen de Campos e Danilo Sardelli disputaram o Campeonato Nacional de Incentivo Profissional (CNIP 05) de Guarulhos-SP e foram derrotados pelo tenista Guilherme Destefani nas oitavas e semi-final, respectivamente.

Danilo fez um jogo duro e demorado contra Destefani e perdeu com parciais de 4/6, 6/4 e 6/4. Já Felipe, que buscava uma vaga na final sentiu o cansaço dos 4 jogos anteriores que venceu para chegar à semi e não resistiu ao jogo regular do paulista, sendo derrotado por 2 sets a 0 com parciais de 7/6 e 7/5.

Os tenistas agora se preparam para as disputas de outros torneios da série Future e também CNIP's em busca da profissionalização.

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Amanhã tem mais, galera!


Game, set and match...

Abraços

Claudio






segunda-feira, 11 de maio de 2009

Definindo objetivos...

Para finalizar a série de posts com assuntos que "dão pano pra manga" vou falar um pouco de uma conversa que tive com um treinador sobre torneios abertos, estaduais, nacionais e internacionais, bem como dos objetivos que os tenistas em geral devem ter ao escolherem o tipo de torneio que irão participar.

O meu melhor laboratório e fonte de pesquisa são os torneios de grande expressão como o
Banana Bowl, as etapas dos circuitos Credicard e Unimed e os torneios Futures. São nesses eventos que converso com treinadores, pais, atletas de todas as categorias, enfim com gente que respira tênis 24h por dia.

Foi lá em São Paulo, durante as disputas do
Banana Bowl, que conversei com um renomado treinador (que não vou citar o nome para evitar maiores problemas!) e fiquei empolgado com a forma dele trabalhar com seus tenistas juvenis. Usando um papo aberto e bem realista, ele me contou que antes de colocar um atleta em seu time competitivo tem uma conversa muito franca com o tenista e seus pais. Nesta conversa ele procura saber quais são os objetivos do atleta, a disponibilidade dos pais para que ele alcance seu intuito e à partir daí é que começa a traçar um plano de treinamento e um calendário de torneios para seu tenista.


Segundo ele, se a intenção do tenista é se profissionalizar ou ganhar uma bolsa em uma Universidade fora do país, o caminho usado devem ser os torneios mais fortes, com nível técnico mais alto e com adversários duros de serem vencidos, mas que dão ritmo e contribuem para que seu tenista obtenha mais experiência. Seriam os torneios nacionais e os famosos
COSAT's. Para os tenistas menores e iniciantes, ele orienta que comecem jogando torneios e eventos de clubes e academias, popularmente chamados de "abertos" e em seguida comecem a disputar torneios estaduais, se preparando para as disputas dos torneios nacionais. Na sua opinião, isso deve acontecer quando o tenista tem entre 12 e 14 anos.

Ainda em nossa conversa (que durou horas e foi muito produtiva), ele me disse que atualmente tem voltado seu trabalho com duas equipes de competição que ele mesmo denomina como:
"Focada" e "Papa Troféu"!

A equipe
"Focada", são aqueles tenistas que buscam experiência nacional e internacional, que participam de torneios mais fortes e que não se preocupam com resultados imediatos. São os tenistas que têm como objetivo a profissionalização e ou um intercâmbio.

Já a equipe
"Papa Troféu", como o próprio nome diz, é formada por tenistas que querem ganhar o maior número de torneios possíveis, que querem colocar mais um troféu na estante de seu quarto e que não têm como meta a profissionalização.

Quando perguntei à ele, com qual ele gostava mais de trabalhar, a resposta foi clara:
"Com a Focada!". Claro que não fiquei surpreso com a sua resposta, mas o que me surpreendeu mesmo foi a explicação do por quê da sua escolha. Ao invés de falar que era pelo fato dos meninos serem mais dedicados, jogarem melhor e serem mais focados, ele disse que sua escolha se dava pelo fato de que na "Papa Troféu" os pais cobravam mais resultados dos seus filhos, quando esses voltavam pra casa sem nada para colocar na estante. E foi ainda mais longe, dizendo que comercialmente falando, a "Papa Troféu" traria um retorno muito maior em exposição na mídia, caso ele explorasse os resultados dos garotos, mas que sua metodologia de trabalho era o da "QUALIDADE" e não da "QUANTIDADE".

Disse ainda que preferia divulgar um resultado expressivo ao mês, que semanalmente divulgar a conquista de um tenista seu em um torneio com apenas 4 tenistas na chave, e assim por diante.

Continuou dizendo que é muito importante
incentivar o atleta para que vença os torneios, que todos mereciam sim ter seus resultados divulgados independente do nível do torneio e da quantidade de inscritos, mas que para isso é necessário ter muito cuidado para que os resultados não "subam à cabeça" dos tenistas e não os iludam de que já são vencedores sem nem terem conquistado nada de concreto ainda.

Finalizou dizendo que muitos juvenis
"tiram o pé do acelerador" e relaxam nos treinamentos quando começam a ganhar muitos torneios e que outros juvenis acham que já estão "jogando muito" pelo fato de vencerem um ou outro torneio menor. Concluiu dizendo que, isso é muito preocupante, pois quando forem para os torneios maiores, a realidade pode ser outra e que um troféu não poderia jamais tomar o lugar do objetivo ou de um sonho.

Concordei com o que ele disse, e quando fui para o hotel naquela noite fiquei pensando em todos os treinadores amigos que tinha atendido nos últimos anos e fiquei imaginando quais deles tinham tentistas
"Focados" e quais tinham os "Papa Troféu". Confesso, que cheguei a conclusão de que eu mesmo já fui um pouco "Papa Troféu" no início da Paralella, quando um ou outro agenciado ganhava um torneio estadual ou local por final de semana e eu fazia questão de divulgar.

Hoje tudo mudou, a maioria de nossos agenciados não estão com o ranking que teriam caso jogassem torneios de menor expressão e só divulgamos os resultados deles nos torneios maiores ou de nível mais forte como as etapas de estaduais e interclubes. A maioria deles estão tentando a sorte nos torneios mais difícieis, as vezes jogando categorias acima das suas e buscando um objetivo traçado por eles e seus treinadores.

Prova disso é a participação dos nossos agenciados em torneios jogando em categorias acima das suas de origem. Por exemplo:

- Higor Silva: com apenas 15 anos fará sua segunda participação em um qualifying de um Future. Sua estréia foi com 14 anos no qualy de Uberlândia;


- Leandro Ribeiro: fez seus primeiros pontos na ATP quando ainda tinha 16 anos;


- Flávia Borges: pontuou na ITF com 15 anos, dando preferência à torneios internacionais;


- Luíza e Mariana Sonnervig: Com 17 anos já haviam disputado diversos qualys de Futures e um qualy de Challenger. Mariana já tem pontos no ranking profissional;


- Stefânia Haddad: com 16 anos, vem disputando torneios na chave de 18 anos;


- Raquel Piltcher e Monique Albuquerque: ainda juvenis integraram a equipe de treinamento da equipe brasileira da FED CUP. Monique integrou o time que foi ao Canadá e participou de uma partida de duplas. Raquel por sua vez já conquistou o vice-campeonato de duplas no Future de Portugal. Ambas têm 17 anos.


Claro que alguns deles, aproveitam suas folgas no calendário para disputarem alguns torneios menores em busca de ritmo, confiança e até como treinamento. O que acho muito válido. Mas, seu foco sempre deverá estar voltado para os torneios mais complicados.

Na minha opinião, quanto mais torneios acontecerem, melhor! Fico feliz quando vejo vários torneios de todos os níveis num mesmo final de semana, isso demonstra que o tênis está crescendo. Parto do princípio que deveriam existir torneios de todos os tipos, para todas as idades, níveis técnicos e categorias, mas que sejam bem organizados e que independente de contar pontos para o ranking ou não, deveriam ser mais prestigiados pelos amantes do tênis.

Acho também que até mesmo os atletas com
alto rendimento, tanto juvenis como em transição, deveriam participar mais dos torneios internos e abertos de seus clubes, academias ou cidades. Alimentando o desejo de outros garotos de um dia quem sabe estarem ali no seu lugar. Desde que, isso não atrapalhe o calendário nem o objetivo traçado anteriormente.

Fico desmotivado quando vejo um garoto ou garota já com uma idade avançada para o tênis, competitivo, que mal orientado pelo seu treinador (se assim podemos chamá-lo), acredita que vencer 1, 2, 3, 4 ou 5 torneios internos, abertos,
"piratas" ou seja lá qual for o nome, comece a se achar uma fera no esporte e o pior, a desmerecer outros colegas de treino. Com isso, o foco passa a ser número de troféus conquistados, a fama que acreditam ter por ganharem "n" torneios e esquecem do principal que é a sequência da sua carreira.

Conheço inúmeros treinadores que fazem de tudo para que seus atletas entendam o verdadeiro significado da palavra
HUMILDADE, esses guerreiros do tênis passam por mals bocados dentro e fora de quadra. Algumas vezes ouvem desaforos de atletas e pais, cuidam de um tenista como se fosse seu filho e na primeira oportunidade que eles têm, abandonam o barco deixando o treinador a ver navios. Respeito imensamente o trabalho deles, pois como diria um velho amigo: "se o tenista joga bem e vence, o mérito é todo dele. Se ele perde e joga mal, a culpa sempre é do treinador!".

Precisamos rever nossos conceitos! Precisamos de mais seriedade nos trabalhos dentro e fora de quadra... Só assim teremos o tênis brasileiro no lugar onde merece.

• Para a garotada refletir:

- Agora é hora de treinar, suar a camisa e ralar muito em busca de um objetivo ou sonho. Os troféus serão conseqüência desse trabalho;

- O que vale mais: um objetivo alcançado ou uma prateleira cheia de troféus?;

- Dá pra se comprar um lugar no topo? E um troféu?

- Seu treinador foi duro com você? Te falou algumas verdades que você não gostou? Escute, assimile e leve contigo para toda a vida, um dia essas críticas vão te servir para muita coisa.

Pense, reflita e defina seus objetivos!


Game, set and match...

Abraços

Claudio



sábado, 9 de maio de 2009

Abrace, beije, grude e ame incondicionalmente

Como não poderia deixar de ser, hoje o post do Blog da Paralella é em homenagem às nossas MÃES. Pensei em fazer uma arte com um texto super bacana (daqueles que a gente acha no Google!) ou colocar uma mensagem com uma foto de uma rosa ou coração, mas isso as nossas MÃES estão cansadas de ver nas publicidades das revistas, jornais, internet e televisão. Depois, pensei em colocar uma letra de música, fazer alguma graça, sei lá. Mas, lembrei que isso todo mundo faz, que eu deveria escrever o que viesse na cabeça, no coração, pois as MÃES que aqui costumam deixar seus comentários no blog, por e-mail e scraps gostariam mais disso.
Ser MÃE não é fácil, a minha MÃE que o diga...risos!!!! Sempre fui da "pá virada", bagunceiro, brigão, dei trabalho pra estudar, passei por fases complicadíssimas e ela estava ali, sempre ali me esperando para dar uma "bronca" ou um ombro e um colo para eu chorar e desabafar. Minha MÃE foi super protetora, sempre procurou me dar tudo que eu queria (quando ela podia, claro!) e até hoje deixa de fazer suas coisas para me colocar em primeiro plano. Acredito que no fundo, todas as MÃES são assim.

Minha mãe e eu no meu aniversário de 1 ano!

Além da minha MÃE, a D. Terezinha, que me gerou e me criou tive outras "MÃES". Aquelas que eu adotei como tal. Aquelas que sempre me trataram como filho e a quem tenho imensa gratidão e consideração. Mulheres que nunca me pediram nada em troca do carinho que me deram, isso inclui a minha avó materna Vicencina, minha ex-mulher Larissa, minha ex-sogra D. Rita e minha ex-professora Célia. Essas mulheres definitivamente tiveram papéis fundamentais na minha vida!

Minha avó, a vó Vicencina, me deixou um legado do que é ter uma vida voltada a cuidar dos filhos e também dos netos e bisnetos. Ela não media esforços para fazer as vontades dos netos e sempre foi uma avó presente.

Eu, no colo da minha avó!

A Larissa, minha ex-mulher, acolheu a Isabella como filha. Foi MÃE e não madrasta. Cuidou, conversou, chamou a atenção quando foi necessário e deu muito carinho. Ela se preocupou quando a Isabella não ligou, comprou presentes, assistiu desenhos, passeou, levou e buscou na escola e ensinou várias coisas à ela. Prova disso é o carinho e a paixão que a Isabella tem por ela até hoje.

Já a minha ex-sogra, D. Rita, me recebeu em sua casa, me acolheu em sua família, não só eu, como também a minha filha Isabella (que tive em um relacionamento anterior). Sempre me tratou como filho, nunca como genro, foi conselheira, foi amiga e é até hoje uma pessoa por quem tenho profunda admiração, consideração e respeito. Uma vencedora! E mesmo hoje, eu estando separado de sua filha, ela continua mantendo contato comigo e nunca deixou de me tratar da mesma forma que sempre me tratou.

A Célia, minha ex-professora foi uma pessoa que sempre me incentivou a estudar, a deixar de ser bagunceiro. Ela me adorava mesmo eu sendo uma "peste" dentro da sala de aula, como ela mesmo dizia. Se hoje tenho o gosto por escrever, redigir e adoro ler, devo isso à ela, que era professora de Português.

A minha MÃE (que merece um parágrafo especial!) me criou, me educou, me deu carinho, casa, estudo e muito do que tenho hoje. Sou filho único, muitos dizem que fui mimado, mas acho que não. Acho sim que fui super protegido! Desde que me conheço por gente, ela sempre trabalhou. Foi peça fundamental nas decisões em que tomei na minha vida e muitas vezes mesmo não concordando com elas, sempre me apoiou e continua me apoiando até hoje. Minha MÃE torce por mim, fica feliz quando eu estou feliz e chora comigo quando me vê triste. Fora isso tudo, ela é mais que uma avó para a Isabella, é uma MÃEZONA, seguindo o tal legado que a sua MÃE, minha Vó Vicencina, deixou à ela e a nós. Hoje, morando novamente com ela, vejo a importância dela na vida da Isabella.

Mas, claro... Não poderia deixar de citar as MÃES de tenistas. Se não é fácil ser MÃE, ser MÃE de tenistas é 10 mil vezes mais difícil. É preciso ser guerreira, psicóloga, torcedora, treinadora, companheira de viagens e sofredora... Sim sofrimento é uma palavra forte, mas não achei outra pra explicar o que é uma MÃE ficar roendo as unhas ao ver o filho ou a filha em quadra, acompanhando eles pelos torneios muitas vezes passando frio e fome para não sair de perto da quadra e até dormindo em alojamentos terríveis. É ou não é sofrer? É sim, mas é válido.

Ouvi cada história de MÃES com quem conversei nos torneios que vocês não fazem idéia, mas o que mais me chama a atenção nos torneios são as MÃES que mesmo sem nunca terem segurado uma raquete na mão, entedem de regras, torneios, equipamentos e até têm muita informação sobre os circuitos que seus filhos participam, às vezes muito mais informações que eu mesmo tenho. Já vi MÃE brigando com árbitros, chorando com o filho após a derrota, levando a raqueteira do filho enquanto ele vai correr após o jogo, buscar água ou isotônico, dar remédio na "boquinha do bebê" e até fazer massagem nos pés do filho ao final de uma partida. Vi muitas e muitas vezes MÃES se preocuparem se seus filhos estão alimentados, se estão aquecidos, se passaram protetor solar, se os filhos têm toalhas, têm munhequeiras e outras centenas de coisas que ficaria horas e horas aqui escrevendo.

Muitas vezes, nós, os filhos, não damos valor à esses pequenos gestos. Ficamos irritados quando nossas MÃES nos dão algum conselho, seja dentro ou fora de quadra. Quem aqui nunca ouviu da sua MÃE quando estava saindo de casa: "Filho, pegou uma blusa? Vai esfriar logo!". Eu juro que ouço isso até hoje. Confesso também que por várias vezes me irritei e disse: "Não precisa, pô! Tá calor!" e no final das contas passei frio.

A mensagem que quero passar hoje é que todos nós temos ou teremos uma Terezinha, uma Vicencina, uma Larissa, uma Rita e uma Célia na vida. Cabe a nós, filhos, valorizar essas super mulheres, MÃES que geraram seus próprios filhos ou que receberam e adotaram os filhos de outras pessoas.

Sabe aquela história de que MÃE só tem uma? MENTIRA! Eu tenho mais de uma e me orgulho muito disso. Muito mais do que elas mesmas possam imaginar.

Hoje é dia de abraçarmos, beijarmos, grudarmos e demonstrarmos todo o nosso amor à essas SUPER MULHERES chamadas de MÃES! Por mais que façamos, nunca será o suficiente para retribuirmos todo carinho e atenção que elas têm com a gente desde o momento que ficam sabendo que serão MÃES.

Para finalizar, escolhi as fotos de algumas MÃES de agenciados da Paralella para representarem todas as outras MÃES dos nossos tenistas. Foi uma dura decisão, pois são muitos agenciados e o critério que usei foi escolher as MÃES com quem eu mais tive contato nos últimos meses e uma esposa de um coach agenciado, que se tornou MÃE recentemente.


Sônia Haddad com os filhos Michel e Stefânia.

Graziela Baccarini com a filha Giovanna!

Felipe Jensen e a sua mãe, Deborah!

Camilla Oliveira e o pequeno Collin (futuro número 1 do mundo!)

À TODAS AS MÃES DO BRASIL, NOSSOS SINCEROS PARABÉNS PELO SEU DIA. QUE TODOS OS SEUS SONHOS SE REALIZEM E QUE DEUS DÊ MUITA SAÚDE À TODAS PARA QUE POSSAM VER SEUS FILHOS DESPONTAREM NA VIDA! SEJA ATRAVÉS DO TÊNIS OU NÃO.


Game, set and match...

Abraços


Claudio


sexta-feira, 8 de maio de 2009

Transição! Que fase, hein?

Não é fácil fazer com que a galera que lê o blog escreva seus comentários aqui para que todos os outros leitores compartilhem das informações que me passam. Confesso que isso me frustra um pouco, mas entendo que alguns não tenham a mesma facilidade de escrever que outros têm.

Hoje decidi expor aqui a minha opinião sobre a transição dos tenistas do juvenil para o profissional e sei que isso vai render muito "pano pra manga". É um assunto complexo, cada um tem a sua opinão e uma forma de pensar, mas a grande maioria com certeza vai discordar da minha maneira de pensar e ver essa fase tão complicada chamada transição.


Antes de começar a escrever sobre o assunto, quero deixar claro que a minha opinião é de leigo. Não sou treinador, não sou 1ª classe, nem tampouco fui profissinal, mas trabalhando com juvenis há algum tempo posso dizer que tenho motivos de sobra para acreditar que a pior transição é a de 14 para 16 e não a de 18 para o profissional. A transição de juvenil para profissional é mais dolorosa, é a que mais conta com os abandonos de carreira, mas a mais complicada é a transição anterior. Digo isso porque os tenistas que chegam aos 18 anos jogando torneios e treinando forte já têm a certeza do que querem, que querem ser profissionais. Já a garotada, apesar de dizerem o contrário, têm muitas dúvidas disso, de que querem realmente levar o tênis como modo de vida.

A Paralella conta hoje com 25 tenistas juvenis agenciados, a grande maioria com faixa etária entre 14 e 17 anos. Nos dois últimos meses foram os 4 agenciados que vieram conversar comigo com dúvidas sobre a continuidade da carreira. Todos esses tenistas estão disputando seu primeiro ano na categoria 16, ou seja, até o ano passado tinham uma vida mais fácil nos torneios nacionais.

Conversando com alguns experientes treinadores, eles me disseram que até os 14 anos, a garotada ainda consegue reverter uma situção incômoda durante uma partida com os famosos e temidos "balões", mas que quando sobem de categoria essa defesa já não tem o mesmo efeito. Para se sair bem nos torneios da categoria 16 anos, não basta apenas ter regularidade, é preciso saber atacar e com eficiência.

Por isso penso que, é na transição dos 14 para os 16 anos que os verdadeiros talentos começam a despontar. É nessa fase que os "baloeiros" começam a despencar no ranking e aqueles que têm no mínimo um golpe "matador", que sabem se defender, mas que também sabem atacar com eficiência começam a conquistar os resultados mais expressivos. Claro que existem aqueles tenistas "baloeiros" com 18 anos que conseguem "beliscar" um ou outro pontinho nos torneios, mas essa é uma outra história que podemos comentar depois.


Os problemas e reclamações apresentados pelos agenciados na fase dos 14 e 15 anos são os mesmos. Eles treinam bem e os resultados não aparecem, muitos deles piram ao ver um outro tenista que costumavam derrotar com facilidade, chegando às finais e vencendo os torneios. A maioria dos problemas aparecem sempre após um torneio nacional, quando eles vão para a quadra achando que será como no ano anterior: "me defendo, mantenho a regularidade e no final tudo dá certo!". Mas, o que acontece é o contrário!

Quando as derrotas começam a aparecer, as dúvidas surgem junto com elas. "Será que não devo trocar de treinador, clube ou academia? E se eu voltasse com meu antigo treinador que me fazia ganhar tudo com 12 anos? Será que vale a pena eu ficar sem sair, ir pra baladas com meus amigos, não namorar e chegar nos torneios e sempre perder?". Foi isso que ouvi de todos os atletas que "piraram" quando as derrotas começaram a aparecer com mais freqüência.


Um tenista parou de treinar, deixou de participar de torneios importantes que ele já tinha agendado, inclusive alguns Cosats. Outro, queria por toda a lei voltar a treinar com o antigo treinador. Teve também aquele que falou que não sentia mais prazer em jogar, que pensava em ficar uns meses só treinando, para entrar em quadra com mais vontade e teve também um garoto que decidiu abandonar de vez tudo e partir pras baladas. Com todos eles eu conversei bastante e pude sentir que a causa das dúvidas eram exatamente as mesmas: nenhum deles assimilava bem o fato de estarem perdendo jogos que antes ganhavam com facilidade. Ou seja, não estavam sabendo lidar com a derrota.



E como resolver essa situação? Como evitar que os juvenis passem por essa fase com mais tranquilidade, menos stress e sofrimento?

Com planejamento, muita conversa e orientação por parte dos treinadores, familiares, amigos e até dos outros tenistas mais velhos que já passaram por isso. O planejamento pode ser feito pelo próprio treinador, mesclando torneios mais difíceis com alguns de menor expressão, os famosos torneios para se ganhar "confiança". Os familiares devem evitar cobranças e comentários do tipo: "Mas, meu filho.. Você perdeu pro Fulano de quem ganhava sempre?". É importante também que os pais conversem com seus filhos antes dessa transição, explicando que a categoria é mais difícil, que os resultados agora (1º ano de 16) não importam tanto, que agora é importante que joguem bem e adquiram experiência para os próximos anos. Os tenistas mais "velhos", que já passaram por isso podem dar conselhos, contar como passaram por essa fase e explicar que também tiveram que engolir derrotas horríveis.

Se a primeira transição for feita com coerência e se bem planejada e preparada pelos treinadores, pais e até mesmo pelos próprios atletas, a transição para o profissionalismo se torna tarefa mais "fácil" quando tiverem 17 ou 18 anos.

Agora quero saber a opinião de vocês leitores, tenistas, pais, treinadores... Concordam comigo que essa transição é a mais complicada na carreira de um tenista juvenil???

Game, set and match...

Abraços

Claudio

quinta-feira, 7 de maio de 2009

CLASSIFICADOS DA PARALELLA!!!!

Galera, não é bem o meu perfil, mas resolvi seguir o conselho de alguns amigos e tentar aqui vender as raquetes que não uso mais...

Como todos sabem, fechamos uma parceria com a HEAD do Brasil e com a chegada dos novos equipamentos, as minhas antigas raquetes não terão mais serventia.

Estou vendendo minhas antigas raquetes. As YONEX RDS 001 - Mid Plus (igual a usada pelo David Nalbandian e Elena Dementieva). Tenho três unidades. Duas em bom estado de conservação e uma terceira que apesar de nova, foi consertada por uma trinca que surgiu no seu aro. O conserto foi feito pelo experiente e competente Tercio Escaleira e a raquete ficou perfeita, tanto é que eu jogava bastante com ela, tanto em treinamentos como em torneios. Além das raquetes tenho uma raqueteira tripla também da Yonex, em perfeito estado.

As raquetes não apresentam trincas ou quebras, apenas arranhões de uso normal. São ótimas para tenistas iniciantes, intermediários e avançados.

PREÇOS:

- Raquete Yonex RDS 001: R$ 250,00 (cada uma)
- Raquete Yonex RDS 001 (consertada): R$ 150,00
- Raqueteira Tripla Yonex: R$ 100,00

Se alguém se interessar no "pacote" todo, faço um desconto legal e ainda mando um brinde...ok??


Interessados, podem entrar em contato comigo pelo e-mail:
claudio@paralella.com.br ou pelo msn: msn@paralella.com.br

Seguem abaixo algumas fotos ilustrativas do modelo da raquete e raqueteira:







Notícias e Congratulações!

Na verdade eu ia colocar as notícias logo na segunda-feira, mas decidi esperar para colocar todas as boas novas de uma só vez... E não foram poucas, não!

Vários agenciados conseguiram excelentes resultados na semana que passou. Tanto juvenis como profissionais entraram em quadra em busca de pontos e resultados expressivos e há muito tempo não tínhamos tantos motivos juntos para comemorar.

Thiago Alves assumiu o número 2 do Brasil.

Para começar a relação de resultados, o tenista Thiago Alves chegou às semifinais dos fortes challengers de Johanesburgo e Rhodes, e com os resultados assumiu a segunda posição no ranking brasileiro. Thiago ainda tem a chance de assumir o 1º lugar do Brasil nas próximas semanas se obtiver bons resultados.

No feminino,
Roxane Vaisemberg e Monique Albuquerque se encontram na Europa ao lado do coordenador do tênis feminino no Brasil, Raul Ranzinger, onde disputarão uma série de oito torneios na Itália e esperam enfrentar adversárias que estão entre as melhores posicionadas no ranking mundial da ITF.

Melgarejo e Dalfré foram vice-campeões do Credicard Mastercard Juniors Cup.

Já os juvenis agenciados não deixaram por menos e fizeram sua parte também. Destaque para o limeirense Pedro Dalfré que conquistou o vice-campeonato da etapa de Curitiba do Credicard Mastercard Juniors Cup na categoria 18 anos. Com o resultado, Pedro deve voltar a figurar entre os 20 melhores do ranking nacional. Dalfré também foi vice-campeão da chave de duplas no torneio ao lado do sul-matogrossense Lucas Melgarejo.


As agenciadas Giovanna Tomita e Rebecca Andrade (Head), formaram a dupla da "Paralella" no torneio, ficaram com o título de campeãs na chave de duplas da categoria 16 anos da etapa paranaense do Credicard Mastercard Juniors Cup.

Ana Baran e Giovanna Baccarini ficaram com o vice em Curitiba.

Ainda no torneio de Curitiba, a paulistana Giovanna Baccarini sagrou-se vice-campeã de duplas na categoria 14 anos. Nana, que voltou aos torneios após período de tratamento de uma lesão no pulso, formou parceria com a catarinense Ana Baran (Head).

Julia Gomide, campeã em Curitiba.

Na categoria 12 anos feminino, Julia Gomide continuou a sequência de títulos e foi campeã do Credicard na cidade de Curitiba. Com o resultado, Julinha confirmou a posição de número 1 do Brasil na categoria.

Com os resultados, a Paralella teve uma participação mais que positiva no torneio de Curitiba, com finalistas em todas as categorias disputas pelas simples e duplas com tenistas agenciados.

Carlos Borges integrou a equipe brasileira masculina de 14 anos no Sul Americano do Uruguai.

Clóvis e o time vice-campeão Sul Americano.

Outro excelente resultado, alcançou o treinador Clóvis Bueno da Silva Jr. que foi o capitão da equipe brasileira feminina no Sul Americano de 14 anos disputado no Uruguai. A equipe brasileira, sob o comando do Clóvis, ficou com o vice-campeonato e garantiu uma das vagas para disputar o mundial da categoria na República Tcheca.

O agenciado Carlos Augusto Borges (Head) também integrou a equipe brasileira no Sul Americano de 14 anos nas disputas no Uruguai.

Já a catarinense, Vanessa Tavares, participou do Campeonato Estadual Catarinense e ficou com o título na categoria 16 anos feminino. Vanessa passou a integrar a equipe da Villa Olimpia em Florianópolis-SC.

As agenciadas Luiza Sonnervig, Mariana Sonnervig e Giovanna Baccarini foram campeãs do Campeonato Estadual Interclubes na categoria Especial Feminina Juvenil, representando o Clube Paineiras do Morumby. Na final, o Paineiras enfrentou o Club Athletico Paulistano e venceu por 3 x 1, ficando com a título do torneio.

Outra boa notícia da semana foi a recuperação da Giulia Andreazza, que sentiu uma lesão na coxa durante as disputas da Copa Gerdau e ficou um mês longe das quadras. Nesse período, Giulia fez um tratamento intensivo e continuou com os trabalhos de fortalecimento muscular. A catarinense volta com tudo aos treinamentos e logo estará disputando torneios com uma motivação a mais: o patrocínio fechado com a empresa Rocca, de Brusque-SC.

Nas semanas passadas, alguns de nossos agenciados também conquistaram títulos nos torneios nacionais.

João Soares e Márcio Carlson na premiação do Citibank Masters Tour

O veterano João Soares (Head) esteve em Curitiba para as disputas da 1ª etapa do Citibank Masters Tour e ao lado do também agenciado Márcio Carlson chegaram à final do evento ficando com o vice-campeonato.

Ana Laura John com os troféus de campeã em Duplas e Simples.

Ana Laura John (Head) também fez bonito e foi campeã de simples e de duplas na 1ª Copa Itaú de Tênis Escolar e Universitário, etapa de Porto Alegre. Nas duplas, Ana Laura formou parceria com a gaúcha Vitória Cafruni.

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Parabéns!!!!

Hoje a festa é para as irmãs Luiza e Mariana Sonnervig que completam mais um ano de vida. Lu e Mari fazem 18 anos no dia de hoje e nós não poderíamos deixar de colocar uma nota no blog, né?

PARABÉNS, MUITAS FELICIDADES E MUITAS CONQUISTAS... Vocês merecem demais!

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Por enquanto é só pessoal. Eu volto amanhã com outros dois posts que já estão prontos. Um para polemizar um pouco o assunto "Transição" e outro contando mais novidades sobre o nosso time.


Game, set and match...

Abraços

Claudio


domingo, 3 de maio de 2009

Novidades pela frente!!!!!


O mês de Abril foi de muita pesquisa, planejamento, preparação, de alguns acertos na nossa forma de trabalho e de pesquisa, muita pesquisa sobre qual a melhor forma de atingirmos os resultados que esperamos. A Paralella cresceu, se fortaleceu nesses 3 anos de existência, mas assim como toda empresa, precisava de ajustes para continuar crescendo de forma ordenada para que os projetos e trabalhos sejam realizados com total profissionalismo e credibilidade.

Uma nova fase se inicia na Paralella, uma fase que promete ser ainda mais vitoriosa que esta que estamos deixando pra trás. Revimos antigos conceitos, estamos buscando novos parceiros, pretendemos investir ainda mais nas carreiras dos nossos atletas agenciados e para que isso aconteça algumas mudanças foram necessárias. Essas mudanças atingiram todos os setores da agência, mas o que mais terá novidades será o agenciamento de atletas.

Gabriela Angelin Alves, a "caçula" da Paralella.

Novos juvenis serão integrados ao time, outros serão desligados por não se encaixarem no perfil que a Paralella deseja. O trabalho de agenciamento será mais prático e ágil. Por outro lado, os agenciados terão mais responsabilidade junto ao trabalho da agência,informando resultados, calendários e as novidades em sua carreira. Tudo isso, visando que os objetivos traçados quando acertamos o agenciamento dos tenistas aconteçam mais rapidamente do que atualmente.




Na parte de divulgação e comunicação, estamos preparando novos uniformes que serão distribuídos aos agenciados, o nosso site finalmente está prestes à entrar no ar (falta apenas definir algumas mudanças no time!) e o blog terá uma "nova cara" e passará a ser atualizado diariamente. Por isso, a importância dos tenistas estarem envolvidos e comprometidos com o nosso trabalho informando as novidades do seu dia-a-dia.

Estamos convidando alguns pais para formarem uma comissão, que auxiliará em algumas decisões e na escolha das novas peças que integrarão o nosso time. A Paralella sempre teve grande preocupação em não só montar um time, mas sim uma "família"! A união faz a força, e esse é o nosso interesse no momento. Alguns pais, já tem papel importantíssimo na Paralella. Mesmo que anonimamente, eles contribuem muito trazendo novas informações sobre patrocinadores, treinadores, torneios e resultados de todos os tenistas e não só de seus filhos.

Nesta semana que está inciando, os tenistas e treinadores agenciados receberão um e-mail contendo todas as informações sobre as mudanças na forma de agenciamento, suas obrigações e seus direitos. Os pais convidados para a comissão também receberão um e-mail com informações sobre a participação e importância da colaboração deles nos projetos futuros.

Para finalizar, na quarta-feira, estarei divulgando quem serão os novos integrantes do time da Paralella para o segundo semestre de 2009. Ainda neste mês divulgaremos o novo local, data e parceiro do ENCONTRO DA PARALELLA.

Carlos Borges em ação no Sul Americano (14 anos)

Pedro Dalfré, vice campeão em Curitiba!

Gostaríamos também de parabenizar o treinador Clóvis Bueno da Silva, que como capitão da equipe brasileira de 14 anos feminino sagrou-se vice campeão Sul Americano disputado no Uruguai, ao Carlos Augusto Borges que integrou o time brasileiro na categoria 14 anos masculino no Sul Americano (Uruguai), ao Pedro Dalfré pela conquista do vice-campeonato da etapa de Curitiba do Credicard Mastercard Juniors Cup, na categoria 18 anos e à todos os tenistas que estiveram em quadra fazendo bonito durante a semana que passou.

Game, set and match...

Abraços

Claudio

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Do Brasil para Roland Garros, com Adidas!

Tiago Fernandes embarcou essa semana para a Europa onde irá disputar torneios importantes, dentre eles a chave juvenil de Roland Garros. A promessa do tênis juvenil brasileiro deixou seu recado exclusivo para o adiblog, que reproduzimos aqui no Blog da Paralella.



Boa sorte ao Tiago!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

THE POWER OF YOU.



O que é ser um atleta?

Eu sou um atleta.
Meu esporte é tênis.
Esse é o meu primeiro amor.
E será o meu último.
Eu sacrifico a minha vida pelas quadras.
Eu começo antes de amanhecer.
E volto para casa depois do anoitecer.
Jogo com coragem.
Invoco o meu instinto.
Desafio a mim mesmo.
Combato os melhores jogadores.
Perder é para perdedores.
Tenho coragem de olhar para mim mesmo.
Deixo o medo ser minha testemunha.
Eu luto com dor.
Mas, parar de jogar seria pior.
Eu já joguei mais de 2 milhões de backhands.
A minha técnica é perfeita.
Mas eu não sou uma máquina.
Meu jogo é espontâneo.
Destemido.
Corajoso.
Eu sou o que eu sou.
Eu sou um atleta.
Eu sou HEAD.
E eu sou você.
Eu sou:

The power of you.

domingo, 19 de abril de 2009

Será? Acho que sim...

Algumas pessoas bem próximas a mim dizem que eu tenho uma "memória de elefante", que me lembro de coisas que aconteceram há muito e muito tempo. Isso é verdade, tenho uma memória fotográfica, gosto de ficar relembrando coisas boas que passei na vida em certos lugares, com determinadas pessoas e etc. Mas o que isso tem em comum com a Paralella? Muita coisa.


Sábado, após mais de 18 anos, voltei às quadras do clube onde joguei tênis pela primeira vez... Na verdade, onde minha paixão pelo tênis começou. Vocês imaginam como me senti? Dá pra entender que quando pisei naquela quadra vieram várias e várias boas recordações ? Que pensei muito que, se eu nunca tivesse me iniciado no tênis ali, nada do que acontece hoje na minha vida aconteceria?

Pois bem, fiquei uns 20 minutos sentado naquela arquibancada olhando as quadras, lembrando de tudo. Das minhas primeiras aulas na escolinha, das primeiras partidas nos torneios internos e do meu primeiro treino com a equipe de competição do clube. Foram várias lembranças boas, e assim como tudo na vida também vieram algumas lembranças ruins. As partidas que perdi ali, os sonhos que ficaram enterrados naquela quadra e as dificuldades que meus pais tinham em me manter jogando tênis e participando de torneios.

Naquela época tudo era mais complicado. Era difícil conseguir comprar raquetes e equipamentos. Me lembro que comprava um rolo de Tourna Grip por mês. Além de ser muito caro, tinha que ser encomendado com alguém que trazia do Paraguai ou quando um amigo viajava aos Estados Unidos. Muitas e muitas vezes lavei os grips e reutilizei nas raquetes para nao ficar sem... Hoje tudo mudou, existem várias lojas especializadas, os preços são mais acessíveis (poderiam ser muito mais!!!! né??) e teoricamente tudo ficou mais fácil... Teoricamente, porque na prática tudo continua do mesmo jeito.


Os atletas continuam sem patrocínios, os pais ainda sofrem com as dificuldades para manterem vivos os sonhos de seus filhos, alguns treinadores não se comprometem com as carreiras de seus atletas, outros só pensam no salário, as empresas continuam fazendo vista grossa aos pedidos de apoio dos tenistas, os dirigentes continuam batendo cabeça, o governo continua cobrando impostos altíssimos (que encarecem os equipamentos), os tenistas continuam sonhando e na maioria das vezes, seus sonhos (assim como fiz com o meu um dia,) continuam sendo enterrados nas quadras.


É muito duro você ouvir histórias de juvenis que abandonam suas carreiras precocemente por falta de apoio financeiro, por treinarem em mãos erradas e até mesmo por preferirem uma "balada". Pra que eu vou ficar treinando feito um louco se não tenho grana pra viajar e jogar os grandes torneios?

Lido com isso diariamente. Perco o sono quando sei que algum atleta da Paralella está passando por dificuldades ou está prestes a não ter seu contrato renovado com essa ou aquela marca de raquetes, vestuários ou patrocinador. Não é fácil! Costumo dizer que tenho que "pisar em ovos" quando falo com essa garotada, por lidar com os sonhos deles...

Minha maior vontade era poder patrociná-los, investir o recurso que precisam para sustentação de suas carreiras e apostar no futuro de todos eles. Mas, infelizmente ainda não posso fazer isso... Ainda não!


Existem empresários e diretores de empresas que podem e deveriam fazer isso. Deveriam dispor de uma verba para que nossos tenistas pudessem mudar de uma vez por todas a "cara" e a história do tênis brasileiro. O que um juvenil pede?? Eles não pedem muito, não estão preocupados em fazer fortuna... Eles pedem apenas uma oportunidade! Eles se preocupam sim em jogar por mais 10, 15 ou 20 anos e sempre representando o Brasil, nossa terra, nosso país de onde tiramos o nosso sustento. Por que não acreditar neles? Realmente não consigo entender! Eles são puros, às vezes até ingênuos demais e caem na conversa de um ou outro malandro que promete "N" coisas à eles, mas que na hora "H" fogem da raia, deixando o tenista com o seu sonho nas mãos... Sem forças nem vontade de continuar!

Há tempos vinha querendo fazer esse desabafo, há tempos pensava em escrever aqui, doa a quem doer que o tênis é um esporte que precisa de apoio, precisa de patrocínios, precisa de mais empresários de visão que apostem, acreditem e invistam nos juvenis brasileiros. Os que já fazem isso com certeza colhem os frutos de ter sua marca vinculada à um atleta, seja ele de ponta ou não. Os que ainda não fazem isso, continuam perdendo tempo, desperdiçando sua verba de patrocínios em outras coisas que talvez não tragam o retorno que um tenista traria à sua empresa.

É muito fácil colocar sua marca nas mangas do uniforme de um tenista depois que ele já é profissional ou tem grande aparição na mídia. Difícil mesmo é fazer com que esses empresários enxerguem os benefícios que um tenista juvenil também trará à sua marca.

Perdoem-me os empresários de visão, mas é preciso ver o tênis num sentido mais amplo, não só olhar o próprio umbigo... O Brasil tem juvenis de fibra, com muita raça e que estão comprometidos com seu objetivo... Quando um desses juvenis desiste de sua carreira, quem perde com isso é o nosso país.

De uma vez por todas, está na hora de mudarmos essa realidade. Está na hora do tênis brasileiro retomar seu espaço. Material humano para isso temos de sobra, o que nos falta é investimento para que eles possam demonstrar em quadra, o resultado do exaustivo treinamento que têm diariamente.


Minha parte estou tentando fazer, de um jeito ou de outro. Aposto, acredito, luto para que cada um dos agenciados da Paralella tenha seu merecido patrocínio. Sei que todos eles também fazem sua parte. Treinam duro, abrem mão de tudo e não reclamam disso.

Agora só falta que os empresários e governantes façam a parte deles. E é aí que mora o problema!

Até quando vamos ter que esperar para que o tênis juvenil seja reconhecido como deve ser?

A vida é uma caixinha de surpresas! O mundo dá muitas voltas e quem está por cima hoje pode estar por baixo amanhã! Tudo o que desejamos ou fazemos aos outros pode se voltar contra nós um dia! Será? Acho que sim...

Há 20 anos atrás eu estava pedindo apoio, patrocínios e incentivos para continuar jogando, hoje trabalho para que os agenciados não precisem fazer isso. Amanhã pode ser o filho de um desses empresários (que se negam a avaliar nossos projetos) que pode estar precisando de um patrocínio... Quando isso acontecer, espero realmente que se lembrem de que seu filho também poderá ser mais um a enterrar os seus sonhos em uma quadra.

Será? Acho que sim... Mas, sinceramente espero que não!


Game, set and match...

Abraços

Claudio


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Gostaria de terminar o post de hoje agradecendo à todos que mandaram e-mails ou mensagens pelo msn falando sobre o post "Reencontro com uma antiga paixão". Foi muito bacana ler os recados do pessoal, mas gostaria mesmo que isso acontecesse aqui nos comentários do blog para que todos os outros leitores pudessem ler também...

De qualquer forma: VALEU DEMAIS, GALERA!

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