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sábado, 20 de fevereiro de 2010

Isa: a cara da Paralella!


Quando comecei a trabalhar com a Paralella e antes mesmo de formar o primeiro time de agenciados um nome sempre me chamou a atençao: Isadora Cunha Busch.

O que se destacava nem sempre eram os seus bons resultados, nem suas vitórias ou a sua técnica em quadra, mas sim a frequência com que seu nome era citado nas conversas com os treinadores que me indicavam atletas juvenis. Ela sempre foi apontada como uma tenista de muito potencial e com o perfil ideal para a Paralella
.

Com o passar dos meses, seu nome foi tomando mais força e toda vez que perguntava aos tenistas do time quem eles gostariam de ver na Paralella, a resposta era quase sempre a mesma: ISA BUSCH!


Minha curiosidade fez com que eu começasse a observar melhor os seus resultados. Busquei mais informações sobre ela e procurei assistir aos seus jogos em alguns torneios. Foi então que percebi que ela tinha mesmo o perfil ideal que desejava e hoje tenho absoluta certeza disso.

Eu e a Isa durante torneio em Campinas

A Isa é uma daquelas pessoas que todo mundo quer ao seu lado. Sempre sorridente e brincalhona, ela é a uma das tenistas mais queridas no circuito nacional. Prestativa, atenciosa e companheira, é comum vê-la assistindo os jogos e incentivando o pessoal da Paralella nos torneios. Além disso, ela é uma garota dedicada, ama o que faz e joga com o coração. Sofre, luta, grita e esbraveja em quadra. Sorri, brinca, diverte e é a melhor parceira de duplas que alguém pode querer. Por essas e por tantas outras coisas que a ISADORA é a CARA DA PARALELLA.

Atualmente, a Isa é uma das agenciadas mais presentes em nossas decisões. É leitora assídua do blog, presença constante nos comentários via twitter, formspring, facebook e orkut. Nada mais justo que começar essa nova sessão de post com ela como entrevistada, que se prepara para ter seu blog próprio onde passará um pouco do que é a vida dura de uma tenista em transição.

Conheça então, um pouco mais sobre
a Isadora Cunha Busch:



Isadora nasceu no dia 31 de janeiro de 1992 na cidade de Bauru, interior de São Paulo. Filha de Guilherme e Rosana Busch, começou a jogar tênis aos 6 anos de idade no Bauru Tênis Clube, onde treina atualmente.


Disputando a categoria 18 anos, Isa se prepara para vôos mais altos. Jogará alguns qualys de futures e challengers no Brasil e no segundo semestre deve se mudar para os EUA, onde continuará seus estudos e representará o time feminino de sua universidade.



BATE-PRONTO:

- Seu maior objetivo para 2010: ser a melhor pessoa que eu puder ser, dentro e fora das quadras.

- O tênis é:
esporte em que dediquei e dedico a maior parte do meu tempo em toda a minha vida


- Uma parceira de duplas: Laura Pigossi.

- Um parceiro de duplas: Carlos do Val.

- A melhor viagem: Circuito Cosat (2006 e 2008).

- Melhor torneio para se jogar: Copa Gerdau (Porto Alegre).

- Um torneio inesquecível: Cosat Bolívia 2008.

- Uma música: qualquer uma que minha mãe toque no piano.

- Banda/ Cantor preferido: Madonna/ Justin Bieber.

- Ator e atriz preferida: Morgan Freeman/ Jennifer Aniston.

- Sinto saudades: da minha infância.

- Quem e o que levaria para uma ilha deserta? Uma barraca de camping e minha irmã, Nathália.

- Se não fosse tenista, queria ser: viajante, haha!

- Um ídolo no tênis: Roger Federer.

- Um ídolo na vida: minha tia Ana Lucia Busch.

- Um exemplo de superação: meus pais.

- Perfume: Miracle - Lancôme.

- Qual livro está lendo atualmente? Comer, Rezar e Amar.

- Uma marca: Adidas.

- Um filme inesquecível: À procura da felicidade.

- Eu não vivo sem: Sorrir.

- O que toca no seu Ipod: atualmente, Justin Bieber.

- Um objeto de desejo: um tênis novo para sair, hahaha.

- Uma marca de roupas: para jogar Adidas e para sair Colcci.

- Uma marca de raquetes: Babolat.

- Um amigo sincero: Luiz Augusto, meu namorado.

- Uma comida: a da minha casa.

- Um desejo realizado: minhas conquistas no tênis.

- Se pudesse mudar o mundo, por onde começaria? Ajudando aqueles que mais precisam.

- Um sonho de consumo: um New Beetle Vermelho.

- Ser tenista é: ser diferente! Haha...

- Paralella é: comprometimento.

- Sua melhor qualidade: determinação.

- Seu pior defeito: ansiedade.

- Time do coração: São Paulo Futebol Clube, SEMPRE!

- Tenista preferido ATP: Roger Federer.

- Tenista preferida WTA: Justine Henin.

- Um tenista juvenil brasileiro: Tiago Fernandes.

- Uma tenista juvenil brasileira: Carla Forte.

- O melhor técnico que já teve: todos foram excelentes, não poderia escolher um.

- Saibro ou rápida: rápida.

- Slice ou spin: spin.

- Seu melhor golpe é: o forehand.

- Sua maior qualidade em quadra é: minha vontade de vencer!

- Seu maior defeito em quadra é: não controlar minhas emoções.

- Uma frase: tenho duas... " Deixe um sinal de alegria, onde quer que passes " e " O mundo pertence à quem se atreve.".

Obrigado pela participação, Isa!
Sem dúvida alguma, sou a cada dia mais seu fã...


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Game, set and match...

Abraços

Claudio


terça-feira, 14 de julho de 2009

Interfederações


Delegação da Federação Paulista de Tênis foi a grande campeã do Interfederações 2009, torneio realizado na Academia de Tênis de Brasília.

São Paulo sagrou-se heptacampeão do torneio, o maior por equipes do tênis brasileiro infanto-juvenil. O desempenho ao longo da semana colocou a delegação paulista com uma mão na taça já na sexta-feira, quando colocaram suas equipes nas finais de todas as oito categorias da competição.

Torcida paulista durante as partidas no Interfederações.

A
Paralella esteve representada com atletas defendendo as equipes campeã (São Paulo) e vice-campeã (Santa Catarina) do Interfederações.

Por São Paulo jogaram:
Julia Gomide, Carolina Meligeni Alves, Giovanna Baccarini, Giovanna Tomita e Flávia Borges.

Santa Catarina foi vice-campeã do Interfederações 2009.

Destaque para a equipe catarinense dos 16 anos feminino, onde o time foi inteiramente composto por agenciados da
Paralella com as tenistas Stefânia Haddad, Giulia Andreazza e Vanessa Tavares, sendo capitaneadas pelo treinador Clóvis Bueno da Silva Jr.

Parabéns as meninas que fizeram bonito no Interfederações!

Julia Gomide com a equipe da categoria 12 anos

Na categoria 14 anos, Carol Alves e Giovanna Baccarini.

Giovanna Tomita e o time de 16 anos.

Clóvis, Vanessa Tavares, Te Haddad e Giulia Andreazza

*Crédito das imagens: Marcelo Ruschel/POA PRESS


Game, set and match...

Abraços

Claudio

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Post longo

O post sobre o Brasileiro Intercolonial Interclubes rendeu mais e-mails que o que fiz falando da derrota do Nadal. Fiquei surpreso!

Dentre os e-mails que recebi sobre o Intercolonial o enviado pelo curitibano Guilherme Tamashiro de Souza, foi o que mais me chamou a atenção porque ele me perguntava qual o meu nível de jogo, minha idade, se fui profissional, se sou 1ª classe, entre outras coisas. Respondi seu e-mail dizendo que meu nível no tênis é "dá pro gasto", sou um 5ª classe bem doido que mais perde que ganha, mas sou esforçado. Não tenho a ambição de ser 1ª classe, aliás, se chegar até a 3ª já me dou por satisfeito. Estou na "flor da idade", com 35 anos e não, não fui profissional... Aliás, passei há milhares de quilômetros disso (quando me verem jogar, vão entender o que estou falando! Risos...).

Ele insistiu na conversa (via e-mail) e quis saber se eu achava certo escrever sobre mim no blog, contar que eu iria jogar um torneio brasileiro e se eu não pensava que o investimento financeiro e o tempo "perdido" em treinamentos e jogos eram desperdícios, ainda mais para participar de um evento amador que "não vale nada" e que não me traria benefícios futuros.

Respondi que hoje colocaria a resposta pra ele aqui no blog, assim outras pessoas poderiam saber o por quê da minha vontade de jogar tantos torneios e os benefícios que isso irá me trazer futuramente.


Gostei da atitude do Guilherme, que me enviou o e-mail e fez suas perguntas. Prefiro assim, gosto de pessoas com coragem para expor diretamente suas opiniões. Por isso decidi responder à ele.

E como diria o Serial Killer: Vamos por partes!

1) Sobre mim:

Poderia responder que: o Blog é meu e se eu quiser escrever sobre a "Casa da Mãe Joana", o problema era meu! Mas, não vou fazer isso porque tenho educação... Ops, acho que acabei fazendo indiretamente! rs...rs... - Brincadeira, tá Guilherme!!!

Na verdade, postei sobre o Intercolonial para que o pessoal soubesse que existe um torneio Brasileiro feito só para descendentes da colônia japonesa. E não tinha como não falar de mim, já que o Blog da Paralella é mantido para falar das novidades, curiosidades e também divulgar os integrantes da agência, e o Nitta (meu parceiro de duplas) é agenciado e eu também me sinto assim, apesar do "cara da Paralella" achar que eu não tenho jogo suficiente pra fazer parte do time. Rs... rs...

2) Investimento, treinamento e tempo perdido:

Bom, na verdade o investimento é um pouco alto sim, mas a alegria e a quantidade de amizades e pessoas que você conhece nesses eventos compensam cada centavo gasto. O maior benefício que tenho participando de torneios são os amigos que conquisto. Por exemplo, o Nitta eu conheci em Serra Negra durante um torneio federado no Kirmayr e hoje ele é um dos meus melhores amigos, com quem mantenho contato diariamente e vou ter o prazer de jogar ao lado em Cotia. Acho que é o suficiente, né?

Ah, sobre o "tempo perdido", todo e qualquer segundo usado fazendo o que se gosta ou em companhia de um amigo não pode e não deve ser considerado perdido. Isso sem falar que praticar esporte faz um bem danado à saúde.

3) Amador e Nível do Torneio:

O Brasileiro Intercolonial é amador sim, mas o nível de alguns jogos é bem alto. No Interclubes de 2008 todas as equipes contavam com pelo menos um tenista primeira classe. Além disso, alguns tenistas com pontos na ATP e que jogam torneios profissionais (seja chave ou qualy) estiveram em quadra, como: Raphael Pfister, Ricardo Nitta, Rafael Yada Rodrigues, entre outros. Portanto, é um torneio bem disputado e difícil.

Eu é que não faço a mínima idéia do que deu na cabeça dos caras de São José de me colocarem no time... rs...rs...


4) Torneio que "não vale nada":

Todo e qualquer torneio vale alguma coisa. Pontos para o ranking, um troféu e até o status de ser campeão ou vice brasileiro, afinal é um torneio nacional. Ninguém entra na quadra pra perder e a partir do momento que se diz "play" alguma coisa já está valendo, seja em um torneio ou simples amistoso.


Agora que já esclareci as dúvidas do Guilherme, vou tomar um café pra espantar o frio e começar a fazer o post de amanhã que tem muito em comum com o assunto de hoje:

"O que quero e até onde posso chegar no tênis?"



Game, set and match...

Abraços


Claudio

PROMOÇÃO BLOG DO FININHO!



Quer ganhar uma camiseta de jogo e um short da Topper, novo patrocinador do Fernando Meligeni e um livro AQUI TEM! autografado pelo Fino??

Entre no BLOG DO FININHO e participe da promoção que vai até sábado...

Basta responder a pergunta do Meligeni:

"Quero saber por que você lê o Blog do Fininho?"

A melhor, mais legal, mais divertida, mais maluca ou a mais sensível resposta ganha os prêmios.

Serão escolhidos 3 sortudos que ganharão os seguintes prêmios:

• 1º lugar:
- Uma camiseta de jogo e um short da TOPPER (novo patrocinador do Meligeni) e um livro "Aqui Tem! Vitórias e Memórias de Fernando Meligeni", autografado.

• 2º lugar:
- Uma camiseta de treino da TOPPER e um livro "Aqui Tem! Vitórias e Memórias de Fernando Meligeni", autografado.

• 3º lugar:
- Um livro "Aqui Tem! Vitórias e Memórias de Fernando Meligeni", autografado. -------------------------------------------------------------------------------------------------------

Vamos lá galera, o Blog da Paralella é pé-quente nas promoções. A última que divulgamos aqui, a leitora Suzana ganhou um relógio da Head...

Entrem no Blog do Fininho e mandem aquelas frases campeãs!!!!!

Eu já tô pensando na minha frase pra também participar!!!

Boa sorte, pessoal.

Game, set and match...
Abraços
Claudio


terça-feira, 2 de junho de 2009

Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis

Pouco mais de um mês! Esse é o tempo que tenho pra me preparar e tentar recuperar o ritmo de jogo (que nunca tive muito!) e não fazer feio no 63º Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis, em Cotia-SP.

Pode parecer loucura, mas existe um Campeonato Brasileiro onde só jogam japoneses e seus descendentes legítimos e que é reconhecido pela Federação Paulista de Tênis e pela Confederação Brasileira de Tênis como o torneio mais antigo do gênero.

Primeira edição do Intercolonial aconteceu em 1947.

Eu tive o prazer de participar da versão interclubes desse evento em 2008, integrando o time da cidade de São José dos Campos, tomando duas "piabas" durante o torneio!!!! Rs...rs...
Mesmo não ficando com o título, foi um dos torneios mais legais que joguei desde que voltei às quadras. Porém, em 2009 não poderei participar do interclubes por ter estourado o limite de idade permitido pela organização do evento.

Jogando a primeira partida da final no Intercolonial Interclubes 2008.

Pra compensar, vou ter a oportunidade de participar do torneio individual, jogando simples na categoria "Adulto" e duplas na categoria "Principal" ao lado do meu parceiro Ricardo Nitta.

Nossa dupla já vem sendo "ensaiada" há algum tempo, e agora falta pouco para realizarmos isso. Venho me preparando muito para não decepcionar o "Sushi" (Nitta), já que ele tem um nível muuuuuuito mais alto que o meu. Há três meses venho pegando firme no preparo-físico, emagreci 7 kilos, melhorei a minha resistência e agora chegou a hora de me preparar em quadra. Mesmo tendo um nível de jogo inferior, sei que nas duplas posso render mais, pois jogar com um parceiro que incentiva, que não me deixa abaixar a cabeça e que joga como o Nitta é motivo de sobra para estar animado.

Nitta me dando instruções durante jogo no Intercolonial Interclubes 2008.

Como estava há meses sem treinar, tive tempo suficiente pra escolher onde buscar ajuda e como não poderia deixar de ser, escolhi um local onde me sinto em casa para treinar e jogar: a Tintori Tennis.

Falei com os proprietários da academia e a partir de hoje volto a socar as bolinhas por lá com a supervisão do Rolando Borba, treinador argentino que vem realizando um excelente trabalho com os juvenis sob seu comando, tendo inclusive treinado grandes nomes como Joana Cortez e a nossa agenciada Roxane Vaisemberg. Rolo, como é mais conhecido, é atualmente sócio da Tintori Tennis ao lado do meu amigo Fábio Tintori, que também me incentiva muito a jogar os torneios.

Já o
s treinamentos físicos vêm sendo orientados pelo meu "brother", o personal Davison Sant'anna, principal responsável pela "secada" que dei nos últimos meses, misturando treinos de fortalecimento com spinning e esteira. Um intensivão que me fez emagrecer tanto em tão pouco tempo.

Alguns amigos e conhecidos que ficaram sabendo da minha ida ao Brasileiro Intercolonial já começaram a se movimentar ajudando a conseguir alguns patrocínios para custear a viagem, a hospedagem, alimentação e as inscrições do torneio. Sem eu nem sequer ter cogitado a idéia de ter tudo custeado, já que tinha me programado para gastar uma boa grana com esse torneio.

Isso vai me motivando, me dando mais vontade de treinar e de tentar conseguir um bom resultado nas duas categorias que vamos disputar.

Nem quando era juvenil, tive uma preparação assim, fico até empolgado e quero levar essa motivação pra dentro de quadra.

Não é sempre que um 5ª classe como eu, consegue uma oportunidade dessas. Devo isso ao Nitta que me levou no Interclubes ano passado e me proporcionou a chance de jogar ao seu lado, agora na chave de duplas.

Durante o torneio pretendo tirar fotos, fazer posts e ir colocando notícias no twitter diariamente, como fiz no Banana Bowl.

Ah, é claro que estamos preparando um uniforme com a marca da Paralella e dos patrocinadores que já temos: Head, Omega Fit Academia e Tintori Tennis.

Quem quiser patrocinar nossos uniformes ou obter mais informações sobre o torneio, deve entrar em contato comigo pelo e-mail: msn@paralella.com.br ou através do telefone: (19) 8166-3423.

É isso aí, galera... Abaixo, algumas fotos das quadras do Coopertênis e das cerimônias de premiação dos anos anteriores.







Game, set and match...

Abraços

Claudio

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Gabriella Alves vence a Copa Itaú!

Gabriella Alves é agenciada Paralella.

A tenista Gabriella Alves, agenciada Paralella, ficou com o título de campeã da etapa paulista da Copa Itaú de Tênis Escolar e Universitário ao vencer a também paulista Ana Luiza Farinha por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/0.


Gabriella Alves e Ana Luiza Farinha.


Além do título, Gabriella também faturou uma viagem aos Estados Unidos com direito a 10 dias de treinamento na Academia Sanchez - Casal.

Gabriella durante a partida final.

Gabi, que é patrocinada pela Head e treina no Clube Paineiras do Morumby, demonstrou alto nível técnico vencendo suas 3 partidas, duas delas por duplo 6/0, perdendo um único game em todo o torneio, na final contra Ana Luiza.

A Copa Itaú de Tênis Escolar e Universitário conta com a organização da Try Sports, a realização do Instituto do Tênis e com o patrocínio do Itaú. A etapa paulista da copa foi disputada nas quadras da Academia Mauro Menezes.

Parabéns, Gabi! Nós da Paralella estamos muito orgulhosos de você!

Game, set and match...


Abraços


Claudio

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Todo Grand Slam é a mesma coisa!

Toda vez que começa um grande torneio é a mesma coisa, algumas pessoas começam a pegar no meu pé falando que eu deveria fazer comentários sobre as partidas e é claro que, com o início de Roland Garros os e-mails e pedidos por msn começaram a surgir de novo.

Recebi e-mails com críticas pesadas, de pessoas dizendo que não quero dar a "minha cara à tapa" e expor minha opinião, dizendo que com isso o blog perde a credibilidade, perco visitas, deixo de ter comentários, entre outras coisas. Fui até chamado de medroso...ehehehehe. Oras bolas, o pessoal da "turma do amendoim" têm medo de deixar comentários aqui no blog, mandam as opiniões sobre os assuntos via e-mail e msn e eu que sou medroso. Vai entender, né?

A pressão vem sendo grande, mas não vou mudar minha opinião. Fazer comentários sobre os torneios, as chances dos tenistas nas chaves, as partidas, as "zebras" e os jogadores é missão para quem tem conhecimento profundo e experiência com o circuito mundial. Eu não me sinto à vontade para fazer análises técnicas, por não ter conhecimento na área. Isso é trabalho dos treinadores, comentaristas, ex-jogadores e jornalistas especializados em tênis, que têm "bagagem" e experiência de sobra para fazer esse tipo de comentários.

O maior interesse do blog é mostrar um pouco daquilo que não encontra-se em outros sites de notícias sobre tênis, como curiosidades e novidades. Fora isso, o Blog da Paralella foi criado para os tenistas que agenciamos, para trocar experiências vividas e ouvidas, divulgar resultados, torneios e massificar o tênis.

O consultor Walter Longo (aquele que é conselheiro do Roberto Justus no programa O APRENDIZ) escreveu em seu Twitter que: "Algumas pessoas são como o pato que anda, nada e voa, mas não faz nenhuma das coisas direito". E concordo plenamente com isso, melhor eu fazer do meu jeito, comentar o que entendo (ou acho que entendo!) e deixar o que não sei àqueles que são mais experientes.

Lógico que eu tenho o meu tenista preferido, por quem torço e tenho meus motivos para isso. Antes que falem que "escondo o ouro", minha torcida é para que o Federer vença o Aberto da França, o que sinceramente acho difícil pela fase que ele vem vivendo, mas minha torcida continua sendo pra ele. Opinão de torcedor mesmo, nada de palpite técnico. E antes que comecem os comentários sobre eu não torcer para o Nadal, volto a dizer que acho que ele joga muito, mas sou torcedor do Roger Federer por gostar mais do estilo de jogo dele. Só isso!

Pra não falarem que sou ruim, prometo que durante a próxima semana vou entrar em contato com alguns "especialistas" e pedir à eles que façam pequenos comentários sobre as finais de Roland Garros para eu poder postar aqui. Se eles toparem, tudo bem... Se não der certo, vamos continuar com essa "toada" e continuar a caminhada em prol de divulgar o tênis infanto-juvenil brasileiro.

Falei e disse!

Game, set and match...

Abraços

Claudio

P.S.: Ouvindo KT Tunstall (Saving my face) enquanto fazia escrevia esse post!









terça-feira, 26 de maio de 2009

Um ídolo não surge por acaso!

Falar das vitórias inesquecíveis, da raça e do orgulho que o Fernando Meligeni tinha quando entrava em quadra representando o Brasil seria "chover no molhado", mas o que muitos não sabem é que um ÍDOLO como ele não surge por acaso.

Muitos de nós quando juvenis sonhamos em ser profissionais, viajar o mundo jogando torneios e estar próximos aos melhores tenistas do mundo. Eu mesmo, no auge dos meus 14 anos, sonhava em jogar Roland Garros uma só vez! Queria poder entrar naquela quadra, sentir a vibração, olhar à minha volta e ver aquele público lotando a quadra central do Aberto da França. Mas, tive que me contentar com os torneios menores, arquibancadas vazias e adversários desconhecidos... rs...rs...

Agora estou tendo a oportunidade de poder vivenciar um pouco desse mundo que tanto sonhei quando criança. Através da Paralella, agenciando tenistas, participando de eventos e conhecendo pessoas que foram ÍDOLOS quando eu ainda dava minhas raquetadas como juvenil.

Fernando Meligeni, o Fininho!

E o Fernando Meligeni é um desses caras...
O post de hoje é pra falar dele, usar o exemplo de um cara que sempre foi carismático e que mesmo no auge de sua carreira sempre se manteve humilde. Um tenista que conquistou títulos importantes, venceu grandes nomes do tênis mundial (como o americano Pete Sampras) e encerrou sua carreira ganhando a medalha de ouro no Pan Americano de Santo Domingo na histórica partida contra o chileno Marcelo Rios. Que depois disso foi capitão da equipe brasileira da Davis (que antes defendia em quadra com a raça de sempre!) e que mesmo com tanto sucesso nunca deixou de ser o Fininho, o Fino, humilde e simpático...


Meligeni durante o Pan Americano de Santo Domingo.

O Fino poderia ter feito como tantos outros ex-tenistas que encerram suas carreiras e montam academias, se tornam treinadores e até mesmo aqueles que ficam com o "burro na sombra", mas isso era muito comum para ele. Ele queria mais, queria ver o tênis brasileiro grande e para isso não mediu e não vem medindo esforços. "Peitou" os dirigentes da Confederação quando viu que algo não estava certo, lançou a COPA FINO, criou um blog (Blog do Fininho) para ficar mais perto dos seus fãs e escreveu o livro AQUI TEM! com histórias muito interessantes e até secretas do circuito mundial.


Apesar de toda a fama, títulos e reconhecimento, o Fernando demonstra porque é um ÍDOLO de verdade.

Mais importante até que seu talento e habilidade, o carisma e a humildade do Fino foram pontos fundamentais para o seu sucesso e devem servir de exemplos à quem deseja ser alguém no esporte e na vida.

Conheci o Fino através da sua irmã Paula, e no mesmo dia em que nos conhecemos notei que foi o seu jeito brincalhão e carismático que conquistou não só aqueles tenistas que o viram jogar, mas também as crianças que estão começando, os juvenis e até mesmo aqueles que nunca pegaram em uma raquete. Prova que ele realmente é um ÍDOLO com "I" maiúsculo.

Fernando Meligeni conquistou fãs de todas as idades.

Estou cansado de ver juvenis e até profissionais arrogantes que não se misturam, não atendem aos fãs e que quando atendem o fazem de má vontade, mas não o Fino...

Tive a oportunidade de assistir uma clínica dele, participar do lançamento do seu livro em Campinas e sou leitor assíduo do seu blog. Em todos esses eventos, o Meligeni fez questão de atender aos pedidos de fotos, autógrafos e esclarecer as dúvidas de seus fãs e leitores. Sempre com o bom humor e sorriso que sempre lhe foram peculiares.

Lançamento do livro Aqui Tem! em Campinas.

A maior prova desse comprometimento com seus fãs ele me deu hoje, antendendo ao meu pedido de um post sobre um assunto em que eu tinha dúvidas e muita curiosidade:

"Como se preparar quando você é o Lucky Loser"
.
(Clique aqui para ler o post!)

Como se não bastasse atender o meu pedido, o Meligeni ainda fez uma citação do meu nome como um amigo e grande cara, que me encheram de orgulho, já que são elogios de alguém que eu admiro muito não só pelo atleta que foi, mas pela pessoa que é.

Eu e o Fino no Masters do Circuito Unimed em 2008.

A mensagem que quero deixar no blog hoje é que não importa quem somos, o que temos, com quem vivemos e nem o que conquistamos, devemos sempre atender e tratar as pessoas com educação e a mais profunda atenção. Isso faz de nós não só Ídolos, mas pessoas do bem, pessoas queridas que sempre serão lembradas com carinho por onde forem.

Desejo de coração que todos os tenistas juvenis, agenciados ou não, tenham um pouco da habilidade do Fernando, da raça interminável do Meligeni, do carisma do Fino e da humildade do Fininho... Pois com "pouquinho" de tudo isso, o sucesso será inevitável e o surgimento de um novo ÍDOLO será apenas questão de tempo.

"Quer ser um ÍDOLO? Seja FINO!"

Valeu Fino!
Sou seu fã a cada dia mais! Thank's pelo post!



Mais tarde eu volto por aqui....

Game, set and match...

Abraços

Claudio