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sábado, 27 de junho de 2009

Brasileirão 2009 - Paralella em peso!!!

Pelo que tenho conversado com a garotada da Paralella, o time vai estar em peso no Campeonato Brasileiro que acontece em julho na cidade de Brasília.

Alguns agenciados têm me perguntado se vou à Brasília, se estarei acompanhando as partidas deles e se vamos poder nos encontrar. Ainda não tenho uma certeza, se vou ou não ao Brasileirão. É bem verdade que seria muito bom passar alguns dias com o time quase que completo, já que pelo visto 80% do time estará presente no torneio do Distrito Federal.

Tenho tentado alguns contatos com prováveis patrocinadores, representantes de materiais esportivos e de equipamentos para saber se eles também estarão por lá, para assim decidir o que vou fazer. É claro que eu adoraria estar presente nas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, acompanhando a garotada e podendo trocar algumas idéias, fazer contatos e estar mais próximo deles como fiz no Banana Bowl e no Credicard, mas antes de mais nada é preciso saber se alguns patrocinadores estarão lá para que eu possa representar e tentar conseguir benefícios para os nossos agenciados.

A importância de estar presente nesses torneios é poder sentir melhor o que se passa na cabeça de cada agenciado, acompanhar os jogos, conversar com os treinadores e fazer contatos com empresários que sempre assistem aos jogos e apresentar os nossos jogadores.

No Banana Bowl tive a oportunidade de fazer isso, fechando patrocínios de equipamentos para dois agenciados, deixando algumas renovações de contratos bem encaminhadas e podendo conversar com os pais e tenistas tomando conhecimento mais próximo dos problemas e necessidades de cada um. Outro fator positivo, foi acompanhar o trabalho dos treinadores dos agenciados, ouvindo suas opiniões, ajudando nas conversas com os tenistas e vivenciando mais de perto o trabalho que eles executam.

Espero decidir essa questão ainda no início da semana, para que possa reservar hotel, passagens e começar a adiantar os contatos para prováveis reuniões por lá. Caso isso não aconteça, estarei acompanhando à distância o desempenho deles e torcendo como nunca para que consigam os melhores resultados possíveis. Nossos agenciados têm grandes chances de conquistarem o título do Brasileiro!

Vou colocando as notícias sobre esse assunto aqui, para que vocês possam acompanhar as decisões, ok?

Como já estou há alguns posts sem colocar fotos, separei algumas imagens da galera da Paralella nos últimos torneios para vocês verem:


Stefânia Haddad recebendo a premiação e o troféu de campeã da categoria 16 anos na Copa Guga Kuerten.


Stefânia Haddad durante partida na Copa Guga Kuerten.

Julia Gomide recebendo a premiação e o troféu de campeã da categoria 12 anos na Copa Guga Kuerten.

Julia Gomide e seu competente treinador Eder Barboza, treinando na Copa Guga Kuerten.

Stefânia Haddad e Julia Gomide junto ao Gustavo Kuerten e demais campeões da Copa Guga.

Julia Gomide, Gustavo Kuerten e Eder Barboza.


Lu Sonnervig em partida pela categoria 18 anos da Copa Guga Kuerten.

Gustavo Kuerten e Carlos do Val.

Carlão, Lelee, Luiza, Giovani, Aninha e Mariana.

Jaime Oncins, Lelle, Luiza e Mariana.

Julia Gomide durante jogo no Credicard, etapa de Campinas.

Giovanna Tomita foi bem na etapa campineira do Credicard Mastercard Jr's Cup.

Gabi Alves em ação no Credicard, etapa de Campinas

Carol Meligeni Alves durante jogo no Credicard, etapa de Campinas

Gih Tomita e Lelee.

Carlos do Val, Flávia Nagayama, Luiza Sonnervig, Giovanna Tomita, Eu, Mariana Sonnervig, Isadora Busch e Rebecca Andrade

Isa Busch, Gih Tomita e eu, enquanto assistíamos o jogo da Lu Sonnervig em Campinas.

Eu e a Isadora Busch após sua estréia com vitória na primeira rodada do Credicard.

Carlos do Val foi campeão em duplas nos 18M e Isadora Busch foi campeã em duplas na categoria 18F.

Giovanna Tomita e Rebecca Andrade foram vice-campeãs em duplas nos 16f, com Marina Danzini e Marcela Valle ficando com o título de campeãs.


É isso aí, galera... Amanhã volto com mais novidades!

Game, set and match...

Abraços

Claudio




quarta-feira, 3 de junho de 2009

Post longo

O post sobre o Brasileiro Intercolonial Interclubes rendeu mais e-mails que o que fiz falando da derrota do Nadal. Fiquei surpreso!

Dentre os e-mails que recebi sobre o Intercolonial o enviado pelo curitibano Guilherme Tamashiro de Souza, foi o que mais me chamou a atenção porque ele me perguntava qual o meu nível de jogo, minha idade, se fui profissional, se sou 1ª classe, entre outras coisas. Respondi seu e-mail dizendo que meu nível no tênis é "dá pro gasto", sou um 5ª classe bem doido que mais perde que ganha, mas sou esforçado. Não tenho a ambição de ser 1ª classe, aliás, se chegar até a 3ª já me dou por satisfeito. Estou na "flor da idade", com 35 anos e não, não fui profissional... Aliás, passei há milhares de quilômetros disso (quando me verem jogar, vão entender o que estou falando! Risos...).

Ele insistiu na conversa (via e-mail) e quis saber se eu achava certo escrever sobre mim no blog, contar que eu iria jogar um torneio brasileiro e se eu não pensava que o investimento financeiro e o tempo "perdido" em treinamentos e jogos eram desperdícios, ainda mais para participar de um evento amador que "não vale nada" e que não me traria benefícios futuros.

Respondi que hoje colocaria a resposta pra ele aqui no blog, assim outras pessoas poderiam saber o por quê da minha vontade de jogar tantos torneios e os benefícios que isso irá me trazer futuramente.


Gostei da atitude do Guilherme, que me enviou o e-mail e fez suas perguntas. Prefiro assim, gosto de pessoas com coragem para expor diretamente suas opiniões. Por isso decidi responder à ele.

E como diria o Serial Killer: Vamos por partes!

1) Sobre mim:

Poderia responder que: o Blog é meu e se eu quiser escrever sobre a "Casa da Mãe Joana", o problema era meu! Mas, não vou fazer isso porque tenho educação... Ops, acho que acabei fazendo indiretamente! rs...rs... - Brincadeira, tá Guilherme!!!

Na verdade, postei sobre o Intercolonial para que o pessoal soubesse que existe um torneio Brasileiro feito só para descendentes da colônia japonesa. E não tinha como não falar de mim, já que o Blog da Paralella é mantido para falar das novidades, curiosidades e também divulgar os integrantes da agência, e o Nitta (meu parceiro de duplas) é agenciado e eu também me sinto assim, apesar do "cara da Paralella" achar que eu não tenho jogo suficiente pra fazer parte do time. Rs... rs...

2) Investimento, treinamento e tempo perdido:

Bom, na verdade o investimento é um pouco alto sim, mas a alegria e a quantidade de amizades e pessoas que você conhece nesses eventos compensam cada centavo gasto. O maior benefício que tenho participando de torneios são os amigos que conquisto. Por exemplo, o Nitta eu conheci em Serra Negra durante um torneio federado no Kirmayr e hoje ele é um dos meus melhores amigos, com quem mantenho contato diariamente e vou ter o prazer de jogar ao lado em Cotia. Acho que é o suficiente, né?

Ah, sobre o "tempo perdido", todo e qualquer segundo usado fazendo o que se gosta ou em companhia de um amigo não pode e não deve ser considerado perdido. Isso sem falar que praticar esporte faz um bem danado à saúde.

3) Amador e Nível do Torneio:

O Brasileiro Intercolonial é amador sim, mas o nível de alguns jogos é bem alto. No Interclubes de 2008 todas as equipes contavam com pelo menos um tenista primeira classe. Além disso, alguns tenistas com pontos na ATP e que jogam torneios profissionais (seja chave ou qualy) estiveram em quadra, como: Raphael Pfister, Ricardo Nitta, Rafael Yada Rodrigues, entre outros. Portanto, é um torneio bem disputado e difícil.

Eu é que não faço a mínima idéia do que deu na cabeça dos caras de São José de me colocarem no time... rs...rs...


4) Torneio que "não vale nada":

Todo e qualquer torneio vale alguma coisa. Pontos para o ranking, um troféu e até o status de ser campeão ou vice brasileiro, afinal é um torneio nacional. Ninguém entra na quadra pra perder e a partir do momento que se diz "play" alguma coisa já está valendo, seja em um torneio ou simples amistoso.


Agora que já esclareci as dúvidas do Guilherme, vou tomar um café pra espantar o frio e começar a fazer o post de amanhã que tem muito em comum com o assunto de hoje:

"O que quero e até onde posso chegar no tênis?"



Game, set and match...

Abraços


Claudio

terça-feira, 26 de maio de 2009

Um ídolo não surge por acaso!

Falar das vitórias inesquecíveis, da raça e do orgulho que o Fernando Meligeni tinha quando entrava em quadra representando o Brasil seria "chover no molhado", mas o que muitos não sabem é que um ÍDOLO como ele não surge por acaso.

Muitos de nós quando juvenis sonhamos em ser profissionais, viajar o mundo jogando torneios e estar próximos aos melhores tenistas do mundo. Eu mesmo, no auge dos meus 14 anos, sonhava em jogar Roland Garros uma só vez! Queria poder entrar naquela quadra, sentir a vibração, olhar à minha volta e ver aquele público lotando a quadra central do Aberto da França. Mas, tive que me contentar com os torneios menores, arquibancadas vazias e adversários desconhecidos... rs...rs...

Agora estou tendo a oportunidade de poder vivenciar um pouco desse mundo que tanto sonhei quando criança. Através da Paralella, agenciando tenistas, participando de eventos e conhecendo pessoas que foram ÍDOLOS quando eu ainda dava minhas raquetadas como juvenil.

Fernando Meligeni, o Fininho!

E o Fernando Meligeni é um desses caras...
O post de hoje é pra falar dele, usar o exemplo de um cara que sempre foi carismático e que mesmo no auge de sua carreira sempre se manteve humilde. Um tenista que conquistou títulos importantes, venceu grandes nomes do tênis mundial (como o americano Pete Sampras) e encerrou sua carreira ganhando a medalha de ouro no Pan Americano de Santo Domingo na histórica partida contra o chileno Marcelo Rios. Que depois disso foi capitão da equipe brasileira da Davis (que antes defendia em quadra com a raça de sempre!) e que mesmo com tanto sucesso nunca deixou de ser o Fininho, o Fino, humilde e simpático...


Meligeni durante o Pan Americano de Santo Domingo.

O Fino poderia ter feito como tantos outros ex-tenistas que encerram suas carreiras e montam academias, se tornam treinadores e até mesmo aqueles que ficam com o "burro na sombra", mas isso era muito comum para ele. Ele queria mais, queria ver o tênis brasileiro grande e para isso não mediu e não vem medindo esforços. "Peitou" os dirigentes da Confederação quando viu que algo não estava certo, lançou a COPA FINO, criou um blog (Blog do Fininho) para ficar mais perto dos seus fãs e escreveu o livro AQUI TEM! com histórias muito interessantes e até secretas do circuito mundial.


Apesar de toda a fama, títulos e reconhecimento, o Fernando demonstra porque é um ÍDOLO de verdade.

Mais importante até que seu talento e habilidade, o carisma e a humildade do Fino foram pontos fundamentais para o seu sucesso e devem servir de exemplos à quem deseja ser alguém no esporte e na vida.

Conheci o Fino através da sua irmã Paula, e no mesmo dia em que nos conhecemos notei que foi o seu jeito brincalhão e carismático que conquistou não só aqueles tenistas que o viram jogar, mas também as crianças que estão começando, os juvenis e até mesmo aqueles que nunca pegaram em uma raquete. Prova que ele realmente é um ÍDOLO com "I" maiúsculo.

Fernando Meligeni conquistou fãs de todas as idades.

Estou cansado de ver juvenis e até profissionais arrogantes que não se misturam, não atendem aos fãs e que quando atendem o fazem de má vontade, mas não o Fino...

Tive a oportunidade de assistir uma clínica dele, participar do lançamento do seu livro em Campinas e sou leitor assíduo do seu blog. Em todos esses eventos, o Meligeni fez questão de atender aos pedidos de fotos, autógrafos e esclarecer as dúvidas de seus fãs e leitores. Sempre com o bom humor e sorriso que sempre lhe foram peculiares.

Lançamento do livro Aqui Tem! em Campinas.

A maior prova desse comprometimento com seus fãs ele me deu hoje, antendendo ao meu pedido de um post sobre um assunto em que eu tinha dúvidas e muita curiosidade:

"Como se preparar quando você é o Lucky Loser"
.
(Clique aqui para ler o post!)

Como se não bastasse atender o meu pedido, o Meligeni ainda fez uma citação do meu nome como um amigo e grande cara, que me encheram de orgulho, já que são elogios de alguém que eu admiro muito não só pelo atleta que foi, mas pela pessoa que é.

Eu e o Fino no Masters do Circuito Unimed em 2008.

A mensagem que quero deixar no blog hoje é que não importa quem somos, o que temos, com quem vivemos e nem o que conquistamos, devemos sempre atender e tratar as pessoas com educação e a mais profunda atenção. Isso faz de nós não só Ídolos, mas pessoas do bem, pessoas queridas que sempre serão lembradas com carinho por onde forem.

Desejo de coração que todos os tenistas juvenis, agenciados ou não, tenham um pouco da habilidade do Fernando, da raça interminável do Meligeni, do carisma do Fino e da humildade do Fininho... Pois com "pouquinho" de tudo isso, o sucesso será inevitável e o surgimento de um novo ÍDOLO será apenas questão de tempo.

"Quer ser um ÍDOLO? Seja FINO!"

Valeu Fino!
Sou seu fã a cada dia mais! Thank's pelo post!



Mais tarde eu volto por aqui....

Game, set and match...

Abraços

Claudio

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Boas novas do mundo da Paralella!

Apesar de eu gostar muito de escrever artigos como os anteriores e de ter percebido que a maioria do pessoal aqui também prefere esse tipo de post, eu já estava sentindo falta de colocar notícias da Paralella no blog.

Pra começar o post, quero contar à vocês que nas noites de domingo, segunda e terça alguns agenciados da Paralella fizeram uma reunião no MSN. O Carlos do Val puxou a fila, convidando outros tenistas para um papo muito divertido e que a cada dia fica mais engraçado. Os "chats" da galerinha acontecem sempre por volta das 20h30 e tem contado com a participação da Luiza Sonnervig, Vanessa Tavares, Giovanna Tomita, Giulia Andreazza, Stefânia Haddad, Giovanna Baccarini, Raquel Piltcher, Ricardo Nitta, André Baccarini, eu e o "moderador" Carlão do Val.


Carlão é o "moderador" do chat da Paralella...rs...

Além das brincadeiras, do papo descontraído, há também uma conversa bacana sobre tênis com a troca de informações sobre torneios e claro, sobre o Encontro da Paralella. A idéia inicial dessas "reuniões" foi do Carlão, e eu acredito que a galera esteja curtindo... Os demais agenciados que queiram participar e dar boas risadas com a galerinha é só me chamar no MSN. Pra quem nao tem meu MSN ainda: msn@paralella.com.br , ok?

Vamos então às novidades da Paralella:


• ISADORA CUNHA BUSCH

Isadora Busch é a mais nova agenciada da Paralella.

Após meses de negociações e conversas, no último domingo acertamos o agenciamento da tenista baruense. A Isadora é uma tenista que já observava há muito tempo, mas que uma série de fatores não permitiram que fechássemos essa parceria antes. A Isa vem treinando atualmente com o competente técnico Rodrigo Simoni, um grande amigo e irmão do nosso eterno agenciado Alexandre Simoni. A tenista está disputando a categoria 18 anos e inicia seu trabalho de profissionalização buscando novos desafios.


Com o acordo entre a Paralella e a Isadora, o time juvenil e de transição passa a estar completo e agora só teremos vagas caso haja a desistência ou cancelamento de outros tenistas. Já no time PRO, ainda resta uma resposta de uma tenista que iniciamos a negociação em fevereiro e devemos acertar com ela ainda esse mês.

Bem vinda à família Paralella, Isa!!!!!!!!



• Meninas no Challenger de Santos

Monique, Roxane e Raquel disputam o Challenger de Santos.

As agenciadas Roxane Vaisemberg, Monique Albuquerque, Raquel Piltcher, Stefânia Haddad e Isadora Busch disputam à partir do próximo sábado o Challenger de Santos, que distribui US$ 25 mil em premiação. Com excessão de Roxane, todas as outras tenistas buscam uma vaga no qualifyng do torneio de Santos.

Roxane e Raquel repetem em Santos a parceria vice-campeã nas duplas do Future de Portugal.

É quase certeza que eu vá até Santos acompanhar alguns jogos do qualy e encontrar com as meninas. Agora a torcida é para que elas não se enfrentem nas primeira rodadas e consigam brigar pelas vagas na chave principal. Vamô timeeeeeeeeee!!!!!!!!!

• Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis

Acontece nas quadras do Coopercotia Atlético Clube, na cidade de Cotia-SP, o Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis, que em sua 63ª edição ininterrupta espera contar com mais de 2 mil pessoas nas dependências do Coopercotia, que tem o tênis como principal esporte praticado pelos seus associados.

O torneio, que só pode ser disputado por tenistas com descendência japonesa, é reconhecido pela Federação Paulista de Tênis e pela Confederação Brasileira de Tênis e é motivo de orgulho para toda a comunidade nipo-brasileira, por ser considerado o torneio mais antigo do gênero. O Intercolonial conta com a participação de mais de 500 tenistas de São Paulo, de outros estados brasileiros e de países como Estados Unidos, Japão e Peru.

Nitta e Eu formaremos a "Paralella Double" no Brasileiro Intercolonial de Tênis.

Eu e meu parceiro Ricardo Nitta, estaremos representando a Paralella nas chaves masculinas de simples e de duplas nas categorias Adulto e Principal. A agenciada Giovanna Tomita é outra tenista da Paralella que também pode disputar o torneios na categoria Juvenil até 18 anos.

Nitta me passando instruções durante o Intercolonial Interclubes de 2008.

Nitta, de Mogi das Cruzes-SP, disputará a categoria Principal, em simples e duplas e a categoria Adulto de duplas. Eu, vou tentar a sorte na categoria Adulto, nas chaves de simples e de duplas ao lado do Ricardo, formando a dupla da Paralella que estamos ensaiando desde o ano passado, no Brasileiro Intercolonial Interclubes.

Meninos no Future de Uberlândia


A
Paralella também estará bem representando no II Tennis Cup Medilar, que será disputado nas quadras do Praia Clube de Uberlândia-MG. Leandro Ribeiro, Carlos do Val , Felipe Jensen de Campos e o juvenil Higor Silva disputarão o duro qualifying buscando conquistar a vaga para a chave principal do torneio que distribui US$ 10 mil em premiação.

O destaque do torneio é o mineiro
Higor Silva, que com apenas 15 anos disputa pela segunda vez um torneio da série Future e se promete surpreender os tenistas mais experientes na luta pelo seu primeiro ponto no ranking profissional.

BOA SORTE à todos os agenciados da Paralella no Future de Uberlândia.

Higor Silva, de apenas 15 anos, joga pela segunda vez o Future mineiro.


Jensen e Sardelli caem no CNIP de Guarulhos

Os agenciados Felipe Jensen de Campos e Danilo Sardelli disputaram o Campeonato Nacional de Incentivo Profissional (CNIP 05) de Guarulhos-SP e foram derrotados pelo tenista Guilherme Destefani nas oitavas e semi-final, respectivamente.

Danilo fez um jogo duro e demorado contra Destefani e perdeu com parciais de 4/6, 6/4 e 6/4. Já Felipe, que buscava uma vaga na final sentiu o cansaço dos 4 jogos anteriores que venceu para chegar à semi e não resistiu ao jogo regular do paulista, sendo derrotado por 2 sets a 0 com parciais de 7/6 e 7/5.

Os tenistas agora se preparam para as disputas de outros torneios da série Future e também CNIP's em busca da profissionalização.

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Amanhã tem mais, galera!


Game, set and match...

Abraços

Claudio






domingo, 19 de abril de 2009

Será? Acho que sim...

Algumas pessoas bem próximas a mim dizem que eu tenho uma "memória de elefante", que me lembro de coisas que aconteceram há muito e muito tempo. Isso é verdade, tenho uma memória fotográfica, gosto de ficar relembrando coisas boas que passei na vida em certos lugares, com determinadas pessoas e etc. Mas o que isso tem em comum com a Paralella? Muita coisa.


Sábado, após mais de 18 anos, voltei às quadras do clube onde joguei tênis pela primeira vez... Na verdade, onde minha paixão pelo tênis começou. Vocês imaginam como me senti? Dá pra entender que quando pisei naquela quadra vieram várias e várias boas recordações ? Que pensei muito que, se eu nunca tivesse me iniciado no tênis ali, nada do que acontece hoje na minha vida aconteceria?

Pois bem, fiquei uns 20 minutos sentado naquela arquibancada olhando as quadras, lembrando de tudo. Das minhas primeiras aulas na escolinha, das primeiras partidas nos torneios internos e do meu primeiro treino com a equipe de competição do clube. Foram várias lembranças boas, e assim como tudo na vida também vieram algumas lembranças ruins. As partidas que perdi ali, os sonhos que ficaram enterrados naquela quadra e as dificuldades que meus pais tinham em me manter jogando tênis e participando de torneios.

Naquela época tudo era mais complicado. Era difícil conseguir comprar raquetes e equipamentos. Me lembro que comprava um rolo de Tourna Grip por mês. Além de ser muito caro, tinha que ser encomendado com alguém que trazia do Paraguai ou quando um amigo viajava aos Estados Unidos. Muitas e muitas vezes lavei os grips e reutilizei nas raquetes para nao ficar sem... Hoje tudo mudou, existem várias lojas especializadas, os preços são mais acessíveis (poderiam ser muito mais!!!! né??) e teoricamente tudo ficou mais fácil... Teoricamente, porque na prática tudo continua do mesmo jeito.


Os atletas continuam sem patrocínios, os pais ainda sofrem com as dificuldades para manterem vivos os sonhos de seus filhos, alguns treinadores não se comprometem com as carreiras de seus atletas, outros só pensam no salário, as empresas continuam fazendo vista grossa aos pedidos de apoio dos tenistas, os dirigentes continuam batendo cabeça, o governo continua cobrando impostos altíssimos (que encarecem os equipamentos), os tenistas continuam sonhando e na maioria das vezes, seus sonhos (assim como fiz com o meu um dia,) continuam sendo enterrados nas quadras.


É muito duro você ouvir histórias de juvenis que abandonam suas carreiras precocemente por falta de apoio financeiro, por treinarem em mãos erradas e até mesmo por preferirem uma "balada". Pra que eu vou ficar treinando feito um louco se não tenho grana pra viajar e jogar os grandes torneios?

Lido com isso diariamente. Perco o sono quando sei que algum atleta da Paralella está passando por dificuldades ou está prestes a não ter seu contrato renovado com essa ou aquela marca de raquetes, vestuários ou patrocinador. Não é fácil! Costumo dizer que tenho que "pisar em ovos" quando falo com essa garotada, por lidar com os sonhos deles...

Minha maior vontade era poder patrociná-los, investir o recurso que precisam para sustentação de suas carreiras e apostar no futuro de todos eles. Mas, infelizmente ainda não posso fazer isso... Ainda não!


Existem empresários e diretores de empresas que podem e deveriam fazer isso. Deveriam dispor de uma verba para que nossos tenistas pudessem mudar de uma vez por todas a "cara" e a história do tênis brasileiro. O que um juvenil pede?? Eles não pedem muito, não estão preocupados em fazer fortuna... Eles pedem apenas uma oportunidade! Eles se preocupam sim em jogar por mais 10, 15 ou 20 anos e sempre representando o Brasil, nossa terra, nosso país de onde tiramos o nosso sustento. Por que não acreditar neles? Realmente não consigo entender! Eles são puros, às vezes até ingênuos demais e caem na conversa de um ou outro malandro que promete "N" coisas à eles, mas que na hora "H" fogem da raia, deixando o tenista com o seu sonho nas mãos... Sem forças nem vontade de continuar!

Há tempos vinha querendo fazer esse desabafo, há tempos pensava em escrever aqui, doa a quem doer que o tênis é um esporte que precisa de apoio, precisa de patrocínios, precisa de mais empresários de visão que apostem, acreditem e invistam nos juvenis brasileiros. Os que já fazem isso com certeza colhem os frutos de ter sua marca vinculada à um atleta, seja ele de ponta ou não. Os que ainda não fazem isso, continuam perdendo tempo, desperdiçando sua verba de patrocínios em outras coisas que talvez não tragam o retorno que um tenista traria à sua empresa.

É muito fácil colocar sua marca nas mangas do uniforme de um tenista depois que ele já é profissional ou tem grande aparição na mídia. Difícil mesmo é fazer com que esses empresários enxerguem os benefícios que um tenista juvenil também trará à sua marca.

Perdoem-me os empresários de visão, mas é preciso ver o tênis num sentido mais amplo, não só olhar o próprio umbigo... O Brasil tem juvenis de fibra, com muita raça e que estão comprometidos com seu objetivo... Quando um desses juvenis desiste de sua carreira, quem perde com isso é o nosso país.

De uma vez por todas, está na hora de mudarmos essa realidade. Está na hora do tênis brasileiro retomar seu espaço. Material humano para isso temos de sobra, o que nos falta é investimento para que eles possam demonstrar em quadra, o resultado do exaustivo treinamento que têm diariamente.


Minha parte estou tentando fazer, de um jeito ou de outro. Aposto, acredito, luto para que cada um dos agenciados da Paralella tenha seu merecido patrocínio. Sei que todos eles também fazem sua parte. Treinam duro, abrem mão de tudo e não reclamam disso.

Agora só falta que os empresários e governantes façam a parte deles. E é aí que mora o problema!

Até quando vamos ter que esperar para que o tênis juvenil seja reconhecido como deve ser?

A vida é uma caixinha de surpresas! O mundo dá muitas voltas e quem está por cima hoje pode estar por baixo amanhã! Tudo o que desejamos ou fazemos aos outros pode se voltar contra nós um dia! Será? Acho que sim...

Há 20 anos atrás eu estava pedindo apoio, patrocínios e incentivos para continuar jogando, hoje trabalho para que os agenciados não precisem fazer isso. Amanhã pode ser o filho de um desses empresários (que se negam a avaliar nossos projetos) que pode estar precisando de um patrocínio... Quando isso acontecer, espero realmente que se lembrem de que seu filho também poderá ser mais um a enterrar os seus sonhos em uma quadra.

Será? Acho que sim... Mas, sinceramente espero que não!


Game, set and match...

Abraços

Claudio


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Gostaria de terminar o post de hoje agradecendo à todos que mandaram e-mails ou mensagens pelo msn falando sobre o post "Reencontro com uma antiga paixão". Foi muito bacana ler os recados do pessoal, mas gostaria mesmo que isso acontecesse aqui nos comentários do blog para que todos os outros leitores pudessem ler também...

De qualquer forma: VALEU DEMAIS, GALERA!

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domingo, 12 de abril de 2009

NOVO PARCEIRO ADIA O ENCONTRO DA PARALELLA!




O encontro dos tenistas agenciados da Paralella que aconteceria no início do mês de maio foi adiado. Alguns motivos como as lesões de alguns atletas e o calendário apertado que os tenistas terão em maio, junho e julho, já eram motivos para que pensássemos no adiamento do encontro. Porém, o principal motivo que tivemos para levar o Encontro da Paralella para o 2º semestre de 2009 foi o interesse demonstrado por uma empresa de renome nacional em realizar uma parceria com a Paralella para a segunda metade da temporada deste ano.

O parceiro em questão é uma empresa envolvida com o esporte, com quem estamos negociando há alguns meses e que se prepara para investir no tênis juvenil brasileiro e escolheu a Paralella como parceira para esta nova empreitada. A empresa planeja patrocinar alguns tenistas individualmente, apoiar eventos realizados ou apoiados pela Paralella, que também será a responsável pela seleção de algumas equipes competitivas que poderão também contar com o apoio da marca.

Com isso, o Encontro da Paralella passou a ser um dos principais focos do futuro parceiro, que deseja além de participar do evento como patrocinadora, enviar representantes para avaliar alguns agenciados iniciando assim um processo de seleção dos tenistas da Paralella que poderão ser beneficiados com o patrocínio da empresa.

Após alguns contatos, ficou definido que a data do Encontro da Paralella seria alterado para os meses de Agosto ou Setembro, com prazo suficiente para a idealização e planejamento do evento, bem como a seleção dos profissionais que serão os responsáveis pelas palestras e orientações dos tenistas agenciados que participarão do evento.

O apoio desse parceiro trará inúmeros benefícios aos agenciados, dentre eles a presença de ex-tenistas profissionais, treinadores experientes e outras surpresas que serão divulgadas nos meses seguintes.

A Paralella será a responsável pela organização total do evento e a empresa parceira pela contratação dos profissionais envolvidos no Encontro. Somente os tenistas agenciados da Paralella poderão tomar parte do evento, que contará ainda com a presença de 2 coachs agenciados que também integrarão a equipe responsável pelo evento.


O nome do parceiro em questão será mantido em segredo até a assinatura do contrato, que deve acontecer nos próximos meses em reunião na cidade de São Paulo.


O Encontro já conta com o patrocínio da Head, patrocinadora oficial da Paralella.


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

MUNDO HEAD - Parte 2


Se eu já estava feliz em ter um "linkzinho"do Blog da Paralella no Mundo Head, imagina agora que eles fizeram um post falando da gente?


Eu tenho o costume de visitar os blogs e sites que leio pelo menos duas vezes ao dia: logo pela manhã quando ligo o computador e no final da tarde quando estou saindo do escritório para ir correndo na academia "bater uma bolinha". Foi isso que fiz hoje, e quando entrei no Mundo Head e ví o título do novo post, pensei: "Quem será que pensa como eles?"

Quando comecei a ler o post, vi que a resposta era: EU!

A Juliana Resende, que se eu não me engano é a responsável pela comunicação da Head, fez um post falando sobre o "mundo virtual" e as parcerias que surgem através da compatibilidade de idéias e dos interesses mútuos. Falou também sobre a troca de links que fizemos e ressaltou a importância de se criar uma rede de relacionamento entre pessoas que gostam do tênis e de outros esportes de raquetes.


Como não é segredo pra ninguém, tenho uma paixão pela Head desde quando era juvenil. Tive raquetes de outras marcas, mas sempre retornava por me identificar com os produtos da Head. Tudo isso, sem nenhuma explicação lógica, apenas aquela "atração fatal". rs...rs...

No ano passado, eles tiveram a iniciativa de criar o Mundo Head (Blog), um perfil da Head Brasil e uma comunidade da marca no Orkut, além das galerias de fotos e vídeos no Flickr e Youtube.

Logo nas primeiras vezes que visitei o Mundo Head, achei a idéia sensacional. A Head foi a primeira marca a criar diversos canais de comunicação e disponibilizar informações sobre seus produtos para atender à seus consumidores, sempre preocupados com a opinião deles. Qual outra marca fez isso?


Fora isso, em 2008 tive também a oportunidade de conhecer outras pessoas ligadas a Head Brasil. A Denise, o Pablo e o Denis, que nos receberam muito bem no show-room da marca em São Paulo, e mostraram que dão muita importânicia à todos que usam ou gostam da marca Head.

Por essas e mais outras que sou apaixonado pela Head! São essas atitudes que me fazem ter a certeza de que fiz a escolha correta quando decidi que era com essa marca que eu queria jogar...




Obrigado Head! Obrigado pessoal do Mundo Head pela citação no blog de vocês...

Com certeza seremos bons parceiros!

Contem com a Paralella sempre.


Game, set and match...

Abraços

Claudio

P.S.:
Denis, parabéns pelo aniversário!!! Muitas felicidades!!! Abraços